Rule #3 Grammatical Proficiency

Rule #3 Mastering Grammar

Caros alunos e amigos,

Bem vindo de volta ao universo do Inglês Jurídico.

É hora de voltarmos ao tema: Rules of Legal English. Tema este que irá desenhar uma nova construção científica, em favor de nossos profissionais, que tanto precisam do Inglês Jurídico para sua prática jurídica internacional.

Nosso objetivo, no Instituto de Inglês Jurídico, tem sido tornar nossos alunos competentes para a competição internacional. Este parecia um grande desafio, a princípio; no entanto, nosso sucesso foi consequência imediata a nossa atitude. Antes dessa total quebra paradigmática construtiva no ensino de idiomas, a relação brasileira com o exterior havia sido uma tentativa de encaixe e de comunicação subserviente. Desta vez, com uma novíssima postura, estamos aprendendo para vencer!

Esse objetivo nos leva a uma pergunta muito importante:
Que possibilidades advogados e operadores do direito brasileiro tem para competir internacionalmente?

Principalmente, representando aqui no Brasil, investidores estrangeiros ou empresas multinacionais. Além disso, pensando em uma opção menos empreendedora, existem inúmeras oportunidades em escritórios globais de advocacia e mega corporações ao redor do mundo. E, finalmente, muitos advogados brasileiros também obtém sucesso ao formar sociedades no exterior.

Certo. Entendi. Agora que nível de inglês jurídico eu preciso ter para atuar nesse mercado, que me parece, hãnn, inacessível?

A resposta é: O melhor possível. Conhecimento jurídico leva anos para ser obtido, e em inglês não é diferente. No entanto, há algo que os profissionais do direito geralmente não percebem: Eles devem ter domínio total da gramática para poderem atuar com confiança e de maneira responsável.

Ser um falante não nativo requer qualidade! Nós podemos ser melhor do que eles e, para isso, devemos agarrar a gramática como uma grande arma de aprimoramento técnico ao ponto de atuarmos com plena confiança e tranquilidade.

Técnicas de escrita jurídica também são muito bem vindas e é uma preocupação constante do Instituto de Inglês Jurídico ensinar os nossos alunos a escrever e escrever bem; consequentemente, dominando o inglês jurídico e manejando com maestria a gramática.

Imagine-se hoje trabalhando um contrato internacional objetivando a compra de uma tecnologia essencial para as operações de um empreendimento.

Vamos narrar a possibilidade com calma:

Primeiramente, você deverá estar apto a negociar termos contratuais oralmente através de uma chamada - Nesse estágio, encontrará a outra parte feliz com a possibilidade de uma venda internacional para um mercado emergente; por causa disto, ele será tolerante com seus erros e estará disposto a se esforçar para entender o que lhe é dito. Mesmo com dificuldades, se você ainda não estiver plenamente preparado, conseguirá vencer a etapa, negociar os termos e receber as promessas.

Após essa fase de negociação, lhe é enviado o contrato. Inúmeras vezes no passado, mesmo após a negociação feita através de uma chamada, o contrato que fora enviado ao profissional foi um contrato padrão, desenvolvido pelo departamento jurídico para todas as parcerias ou vendas, neste, não estavam contidas as promessas previstas. No momento que você receber o contrato perceberá que esta é a hora de ter um domínio pleno do inglês para compreender possíveis promessas não cumpridas dentro do texto contratual e para reescrever as cláusulas de conforme previamente acordado. A outra parte ficará surpresa e aceitará ou não a contra-proposta.

O mais importante fato desse cenário que acabamos de narrar é o entendimento de que o cliente estará sendo protegido de um mal negócio por seu excelente advogado.

Now in English!

Some gramamtical topics should be a very strong concern for every student of Legal English.

* Prepositions
* Verb Tenses
* Aspects
* Modal Verbs
* Passive Constructions
* Reported Speech
* Writing Techniques

I have put Prepositions first because it is the biggest problem I have noticed in all my years of English teaching. Students keep on making mistakes. Choosing the wrong preposition may lead to miscommunication and compromise a business operation, resulting in damages. Prepositions is a broad area of English grammar e must be carefully analyzed. Only by getting it right and practicing a lot a student can develop the skills that are necessary for handling prepositions.

Verb Tenses is not so hard in English, but students sometimes do not work to memorize the paradigms. Mind the issues related to the pronunciation of the past tense of the regular verbs in English.

Aspects are a problem. Specially the Perfect Aspect. It normally takes me a few weeks to teach it properly. The Perfect Aspect is a third of the English language and I have noticed that many people that actually speak English have not used it at all.

Modal Verbs, they seem easy, but have to be used with caution and knowledge. They are very important for contracts.

Passive Constructions are the complicated issue of Legal English. Historically, practitioners have used the passive voice as a standard for legal writing, making everything hard to understand. Nowadays, things have changed. It is important to emphasize that the excessive use of the passive has been avoided.

The reported speech is full of rules. Hence, it is also important to take some time learning it in order to get it right. A funny example: Lula told Mr. Moro that Marisa had visited the triplex. It is the indirect speech of Lula said, "Moro, Marisa visited the Triplex." It reported some of Lula's words during his time in court.

Finally, mastering writing techniques is a key thing for someone that needs to work with Legal English in every type of practice. We have worked on it several times at the Institute and we will keep on going. It is important to emphasize that reading and taking Online Courses on it will improve your future job opportunities and get you ready for the real deal!

I do not wish to take more of your time during this video. If you could, please, like the video and subscribe to our channel. Thank you very much. Farewell.

Prof. Thiago Gomes Calmon

TERMOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS – BUSINESS ENGLISH

Tratando-se de áreas de conhecimento distintas a linguagem e os termos são diferentes do habitual que conhecemos e requer um estudo mais aprofundado. Por esse motivo os termos da área de negócios são específicos e devem ser aprendidos além do aprendizado apenas da língua inglesa. Para uma melhor compreensão desse assunto estarei mencionando 14 termos e esclarecendo os mesmos.

 

Benchmarking (bentchimarkin)

É um método de comparação de serviços, produtos, serviços e práticas profissionais que consiste no processo de busca das melhores práticas para aprimorar as funções e processos de uma empresa. É feito através de pesquisas para comparar as ações da empresa.

Our company uses benchmarking to set standards of excellence.”

Break-even (breikíven)

É quando a empresa consegue se sustentar sozinha: quando os custos são iguais às receitas. Um ponto de equilíbrio nos negócios.

After reaching the break-even point, the company started making a profit.”

Business to business (B2B) (biznez to biznez)

Comércio feito entre empresas sem a participação do consumidor final. “De empresa para empresa)

The chief reasons for B-to-B dominance of electronic sales is that industrial sales tend to be technical, contracts tend to be longer-term, and deliveries are typically routine and continuing.”

Business to customer (B2C) (biznez to cóstumer)

Comércio realizado diretamente entre a empresa produtora, vendedora ou prestadora de serviços e o consumidor final.

The potential of business-to-consumer (B2C) remains to be tapped.”

Crowdsourcing (Crualdsórcin)

Recurso frequentemente usado para criação, produção e desenvolvimento de ideias, produtos ou conteúdos com a contribuição de um grupo de pessoas. Uma modalidade aberta de trabalho em conjunto. Uma colaboração massiva que prestam indivíduos que não fazem parte de uma entidade ou instituição.

New Web 2.0 functionalities were created in a crowdsourcing logic, leveraging a large user base.”

Core business (Corr biznez)

É o ponto forte ou principal negócio da empresa, que é geralmente definido em função da estratégia dessa empresa ou mercado.

The company focuses mainly on its core business.”

Crowdfunding (Crualdfandin)

Obtenção de recursos financeiros através de financiamentos coletivos via plataforma online.

Crowdfunding sounds like the perfect market solution - the public get what they paid for, the photographer gets not only money but satisfaction.

Job rotation (Djob roteixion)

Rodízio de funções promovido pela companhia com a proposta de capacitar os colaboradores em diferentes setores.

The job rotation measure needs still to be closely monitored to find new solutions for improvement.”

Joint venture (Djoint ventchur)

Associação de empresas que tem como objetivo explorar atividades econômicas em comum, desde uma simples colaboração para fins comerciais e/ou tecnológicos até a fusão de sociedades em uma única empresa, porém sem perder a identidade e individualidade de tal.

The scale of production made possible by the joint venture permits the reduction of costs.”

Lean startup (Lin istartup)

Método de desenvolvimento de produtos e mercados com agilidade, velocidade e interação com os clientes combinando desenvolvimento ágil de software, desenvolvimento de clientela e plataformas existentes de software.

The Lean Startup provides a scientific approach to creating and managing startups and get a desired product to customers' hands faster.”

Return on investment (ROI) (Rwitârn on invéstiment)

Percentual de retorno em relação ao custo de um investimento, relação entre a quantidade de dinheiro ganho como resultado de um investimento e a quantidade de dinheiro investido.

The return on investment (ROI), expressed as the profit in percent of the net book value of investments, followed the above profitability trend.”

Stakeholders (Istaikerrolders)

Público estratégico, pessoas ou grupo, impactadas por um negócio: sócios, clientes, acionistas, funcionários, entre outros, podendo ou não ter feito um investimento neles.

I can assure you that I am listening to all stakeholders at this stage.”

Spin-off (Ispin off)

Processo de divisão entre companhias e o surgimento de um novo negócio a partir de um grupo já existente.

Official financial institutions and participating in public bids, company spin-off, transfer of control, or divestiture.”

Start up (Istartâp)

Empresa de pequeno porte emergente e iniciante, focada em buscar e explorar atividade inovadoras no mercado.

“A start-up requires more than technology that works, a need in the marketplace.”

Prof. Hanna Lelis

O Poderoso Método de 2 passos para Vendas.

Você sabe qual é a principal escassez do mercado?
Eu vou te responder à essa questão com duas letras e um método: SR – Segmentação e Relacionamento.
Reforçando a ideia do meu post anterior, uma das coisas que mais faz falta no mercado de qualquer segmento é a comunicação. Aliás, é a boa comunicação.

SR não é uma técnica de vendas avançada, se é o que você está buscando nesse texto. SR se aplica em nossas vida pessoal e aí trazemos para o mundo nos negócios, e para você entender a correta utilização no mundo dos negócios, eu te convido a fazer a seguinte análise no âmbito pessoal:

  • Você separa o segmento AMOR de AMIGOS, certo?
  • No seu segmento AMIZADES, você certamente tem amizades íntimas, amizades menos próximas, amizades do trabalho, etc, estou certa?
  • Com cada um desses segmentos de amizade, você se relaciona de forma diferente, certo?
  • Em seus relacionamentos amorosos, você provavelmente espera ao menos alguns encontros – mantém primeiro um relacionamento - para poder pedir alguém em casamento, correto?

Se você disse SIM a pelo menos 3 dessas perguntas, você muito provavelmente segmenta suas relações e se relaciona com esses segmentos de acordo com o perfil dessa relação: amor, amizade, amizades íntimas, de trabalho, etc.

Agora imagine que você saiu num primeiro encontro com uma pessoa e essa pessoa te pede em casamento – LOGO no primeiro encontro.

Estranho, não? Se você recebeu o pedido, você provavelmente negou. E agora eu te convido a refletir o porquê você negou.

Provavelmente você vai responder algo como: não confio ainda na pessoa, é muito cedo para tomar uma decisão séria dessa, que maluco(a)!, etc.

Então, quando queremos concretizar uma venda – e não entenda venda apenas como o processo de vender um produto ou serviço, você vende o tempo todo e não sabe disso – a coisa mais louca que fazemos é ofertar o nosso produto/serviço esperando um fechamento imediato sem antes firmarmos um relacionamento.

É um pedido de casamento no primeiro encontro!

E aí será a coisa mais normal do mundo que você não venda, não se venda, porque não houve a correta segmentação e o correto relacionamento, o namoro, com o seu prospecto.

Portanto, o Método SR consiste em você segmentar seus contatos, iniciar um relacionamento com eles o quanto antes, para que futuramente você consiga fazer uma oferta que soe como irresistível.

Eu vou te dar um exemplo simples que aconteceu comigo:

Eu adoro as camisas da marca Dudalina. Por algum motivo durante muito tempo na minha vida eu só usava camisas sociais dessa marca. Mas o que eu não deixei de reparar é como o relacionamento deles comigo era frio.

O que acontece quando a vendedora pega o seu whatsapp numa loja após te vender um produto?
Ela provavelmente te manda mensagens com PROMOÇÕES – apenas para que você consuma mais. Ela não te manda mensagem para saber se o produto que você adquiriu está de acordo, se você está satisfeito.

Agora veja outra situação em que a vendedora da Pro Matre Baby – a lojinha dentro do Hospital Por Matre em São Paulo – me cativou como cliente:

Eu fui escolher uma saída de maternidade para a minha filha e após separar a roupa que gostei, escolhi um spray de ambiente que eu gostei muito. Quando fui até o caixa pagar, a vendedora me cobrou apenas pela saída de maternidade, e quando questionei o preço, ela disse que me daria o spray de ambiente de graça, como brinde.

Olha, eu sei quanto custava esse spray e ele não era barato! Então ela me cativou fazendo uma entrega além do esperado – o chamado “Overdelivery” – e me fez ver VALOR na loja, e não mais comparar preços.

E na próxima vez que eu fui até aquele Hospital visitar uma amiga que havia tido bebê, a primeira coisa que pensei foi em passar na loja Pro Matre Baby para comprar a lembrancinha que eu daria ao recém-nascido!

Esse, é o poder que o Método SR tem na sua lista de clientes: Segmentando sua lista de clientes e prospectos corretamente, você tem o poder de sincronizar a sua comunicação e se conectar com seu cliente ou prospecto.

Essa conexão é o que vai fazer a diferença entre você concretizar uma venda ou não.

Leticia Metóki

 

Rules of Legal English

The Most Important Rules of Legal English.

Rule #1 Imersão Cultural

Uma das experiências mais empolgantes da minha vida foram os 30 dias que passei vivenciando experiências culturais em Barcelona. O que eu mais queria, meu principal objetivo na época, era aprender a tocar Flamenco no violão.

Como músico, acredito que certas noções não devem ficar na teoria; elas só podem ser realmente compreendidas através de uma experiência pessoal. Naquelas longas madrugadas, na companhia de músicos que viviam na cidade gótica, fui escutando, aprendendo, participando e adquirindo conhecimento.

Tive que estudar; aliás, estudei música a vida inteira, conhecer a técnica e a ciência por trás da cultura, mas nunca teria tocado com a mesma alegria ou com o mesmo sentimento se não tivesse vivido aqueles dias.

Aprender inglês é como aprender música pois é uma imersão cultural em inúmeros aspectos sensíveis dentro da experiência humana. Além disso, é um aprendizado que precisa de ritmo, sons, técnicas e movimentos.

Agora sobre o Inglês Jurídico.

Em uma outra imersão cultural, desta vez em Londres, pude participar de audiências, visitar as cortes e aprender aspectos culturais da sociedade inglesa que foram importantíssimos para o meu desenvolvimento profissional. O Inglês Jurídico, depois em minha extensa pesquisa, já no Brasil, foi se formando como algo lógico, algo que eu já havia compreendido através do meu contato com múltiplos elementos culturais.

É necessário morar no exterior para aprender inglês jurídico? Não, é claro que não. No entanto, estou aqui para aconselhar meus alunos e amigos a vivenciarem uma experiência impactante no exterior, voltada ao conhecimento.

Now in English!

Rule#2 Read Novels

Reading novels are a great part of English learning, and I promise that it will not be different when you start learning Legal English. I have recommended a great list of books, from famous authors, that have helped me to learn Legal English, and, especially, the American System.

Those famous American writers may also change your mind about how cool Legal English learning can be. I have found it awesome myself because of the pleasure of being surrounded by great literature and culture. Besides, it is an elite venture for people willing to be the best.

Please, mind the slide with some of the best novels that I have recommended so far.

John Grisham - The Street Lawyer
John Grisham - The King of Torts
Scott Turow - One L
Cliff Sloan and David McKean - The Great Decision
Franz Kafka - The Trial

There are many others, you can spend your lifetime reading John Grisham, for example, but I normally choose to read the best books from the best writers; it has been always great.

Never stop reading! Stopping to read could feel like stopping to write. It may have the same terrible effect. It is very important to become accustomed to the language. Have you ever asked about why many people just forget.

Well I believe that two Rules are good enough for a start. In the next videos, I will be disclosing some other amazing rules for Legal English. Please do not forget to like my video and subscribe to the Institute's channel.

Thank you so much for your time. Farewell.

Prof. Thiago Calmon

Advanced Grammar – Legal English!

Devo melhorar meu inglês para poder trabalhar com Contratos Internacionais?
É incrível ser necessário responder essa pergunta. Sim! O conteúdo referente a contratos é importantíssimo. Tanto na interpretação quanto na elaboração contratual. No entanto, como um profissional pode garantir conhecimento pleno da mensagem sem o entendimento completo gramatical do texto.
Assistindo a última temporada de SUITS, notei que o Senior Partner Luis deu uma enorme bronca em um de seus Associates porque ele utilizou um verbo cujo sentido estava errado no texto. Esse pequeno erro custou-lhe o processo.
Vamos deixar a ficção de lado e focar na realidade. Se erros em português já podem causar uma série de problemas em contratos locais, imagine erros em inglês em contratos internacionais, não seria esta uma possível causa de incontáveis problemas?
Exatamente por isso que eu me preocupei, desde que desenvolvi o Curso de Inglês Jurídico, em inserir um módulo preparatório no Curso. Um módulo puramente gramatical, inserido na linguagem jurídica, para preparar o profissional para o texto, para o trabalho, e para a correta aplicação da linguagem em qualquer esfera comunicativa.
Ser excelente é necessário e em tempos de crise, talvez, o mais importante diferencial!
Abraços a todos.
Prof. Thiago Gomes Calmon

The European Convention of Human Rights.

Caros amigos,

Bem vindo de volta a essa série de vídeos sobre temas importantes do inglês jurídico.

Primeiramente, gostaria de lembrar os Senhores de dar um like no video, e se inscrever em nosso canal!

O tema que abordaremos hoje é Convenção Européia de Direitos Humanos, que foi elaborada pelo Conselho da Europa, Council of Europe in English. Como já sabemos, a União Européia foi criada como uma resposta aos horrores da segunda guerra mundial, no entanto é uma organização que foi evoluindo através das décadas até ser o que é hoje. O Conselho da Europa é uma organização paralela a União Européia, criada para ser uma organização protetora dos direitos humanos. Além de definir direitos, a organização é sede da Corte Européia de Direitos Humanos. Toda essa atividade Supranacional foi criada para que jamais se repetisse o que havia recentemente acontecido, a morte de milhões e milhões e o total descaso pela vida humana.

Através da perspectiva única de quem vivenciou o trauma de uma guerra, fora elaborada uma carta de direitos universais entre os países da União Européia. O nome dessa carta "charter" in English is the European Convention of Human Rights.

Now in English

The European Convention of Human Rights can be found on the link bellow
http://www.echr.coe.int/Documents/Convention_ENG.pdf

And the Council of Europe in this next link.
http://www.coe.int/en/web/about-us/who-we-are

The section one of the charter has presented some very important fundamental rights. Let me list them for you!

Article 1 - Obligation to respect human rights
Article 2 - Right to life
Article 3 - Prohibition of torture
Article 4 - Prohibition of slavery and forced labour
Article 5 - Right to liberty and security
Article 6 - Right to a fair trial
Article 7 - No punishment without law
Article 8 - Right to respect for private and family life
Article 9 - Freedom of thought, conscience and religion
Article 10 - Freedom of expression
Article 11 - Freedom of assembly and association
Article 12 - Right to marry
Article 13 - Right to an effective remedy
Article 14 - Prohibition of discrimination
Article 15 - Derogation in time of emergency
Article 16 - Restriction on political activities of aliens
Article 17 - Prohibition of abuse of rights
Article 18 - Limitation on use of restrictions on rights

As you can see it has not been an easy task for the countries of Europe to maintain those and similar rights. Life tends to repeat itself if we do not do something about it. Teaching a little about Legal English now, I would like to point out a few of the terms.

An effective remedy is a legal action against any violation. The term remedy has already been used in our "Direito Constitucional" as a "Remédio Jurídico".

Derogation in time of emergency - To derogate from a law is to enact something which is contrary to it. And enact means "promulgar". In the case of a war or an emergency the countries of Europe will be allowed to act in a manner that has been prohibited under the charter. With some limitations according to the article.

And another word that I would like to mention here is the term "alien" - is a person that is not protected by this legislation. An alien is an outsider, someone from a jurisdiction that one does not have relations with, or a citizen from another country. A hard concept to internalize. I normally use the example of Tom Hanks, he was an enemy alien in the movie the terminal. Now, for sure, you know what I mean.

Thank you so much for your time. See you soon!

Prof. Thiago Gomes Calmon

DIREITO EMPRESARIAL – RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Vários são os aspectos da recuperação judicial, devemos identificar se deverá ser atendido pelo juiz que determinando a recuperação judicial ou a falência da empresa, vez que as empresas precisam ser recuperadas antes de ser decretada a falência, por causa das grandes crises em que estamos nos sujeitando nos dias de hoje. Devemos destacar a elaboração do plano de direção para a recuperação judicial. Recurso atual utilizado para a recuperação da empresa. Lei 11101/2005.

Aspectos gerais da recuperação judicial das empresas.

A crise empresarial é algo presente nas nossas empresas. Nas empresas brasileiras estão cada dia mais evidente em face das dificuldades de dar continuidade na prestação dos serviços e produtos.

A crise pode ser circunstancial. Alternativa encontrada para superar a crise. Fato natural que enfrenta o empresário podendo admitir novos sócios, conseguir um empréstimo bancário etc...

A crise pode ser estrutural. O produto que ele colocou no mercado está em crise e a empresa se tornou inviável. A resposta é o pedido de falência, quando o juiz decreta a sua quebra.

A empresa é viável e tem um bom produto no mercado, mas não consegue superar a crise. Ele apresenta uma solução, mas não consegue superar o problema. Ele está em atividade regular há mais de dois anos e deverá estar registrado na Junta Comercial.

O empresário gestor é aquele que tem a maior quota parte e precisa ter uma visão adequada a crise apresentada e responder prontamente para gerir a empresa. Não pode ser falido. Se falido, pode ser reabilitado no prazo de cinco anos.

E quando este empresário não consegue superar as crises de sua empresa e os credores são muitos, é o caso de pedir a recuperação judicial.

Art. 47 da Lei de Recuperação judicial segundo a Lei 11101/2005, superar a crise da empresa econômica e financeira. A recuperação judicial é um remédio judicial, tem que haver viabilidade para a recuperação da empresa. Preservando-se a atividade fim da empresa em função dos benefícios sociais e econômicos.

Principio da preservação da empresa se dá em face dos benefícios sociais e econômicos.

Na petição inicial o empresário fará o pedido de recuperação judicial através de seu advogado para o juiz da vara competente, que deverá analisar com o deferimento ou indeferimento do pedido da recuperação judicial.

A petição inicial deverá conter os documentos necessários para a propositura da ação, com balancetes contábeis e outros de formalização da empresa.

Com a decisão do juiz sobre a recuperação da empresa judicialmente, o advogado deverá pedir a suspensão de todos os processos que estão tramitando na Justiça contra a empresa.
Os devedores e credores poderão renegociar as suas dívidas.

A Lei protege os devedores ou os credores? A Lei protege a preservação em função dos benefícios sociais e econômicos, trazendo para a nossa lei o entendimento dos americanos.

Deverão ser alistados os credores cuja lista serão feitos administrativamente ou não. Caberá a um administrador judicial nomeado pelo juiz para auxilia-lo nas decisões e nas reclamações judiciais ou extrajudiciais.

Na segunda lista, serão feitas somente judicialmente, e o juiz deverá julgar analisando as necessidades de uma parte e da outra.
E ainda, um quadro geral para análise dos credores e um plano de recuperação que deverão ser publicados, principio da publicidade dos atos processuais.

Ainda tem ao final, a possibilidade de uma assembleia geral de credores, momento pontual da recuperação judicial da empresa.

Se o plano for aprovado, o juiz homologará o acordo.
Se o plano for rejeitado, o juiz decretará a falência da empresa.

Dra. Rosangela Gomes

HOW CAN YOU BE THE ONE?

The world globalized market brings to entrepreneurs many advantages like its recognition of their products or services. However, if a brand becomes very recognized or broadly known, but it is not registered, it will open a wide leeway for the malicious taking of the property. That is a path to massive investment loss and the owner will not be able to immediately stop the wrongdoing. To register a trademark is the most secure way to ensure safety to the property owner and prevent bad or improper use of it.

The registration identifies the brand on the market ocean and grants the owner the exclusive use and economic exploitation, preventing unfair competition. Every sign, except those prohibited by the law, used to identify the business, whatever it is, can be registered. It has brought safety and quality to a client. Otherwise, a bad use of the brand by third party may blacken it, undermining its value. That is why the biggest companies have their identities protected through registration. An entrepreneur must recognize the crucial importance of being a trademark owner which may be important for the future of his or her business, no matter how small it is.

Hence, as much you attach importance to the marketing campaigns that will bring you popularity, you must provide the registration that will grant exclusive use and secure the client’s safety for his goods and service quality.

 

Jacqueline Curvo Rondon
Advogada e Agente de Propriedade

Melhore sua argumentação com 3PHR

Começo esse post frisando que pouco entendo sobre a área jurídica, mas o que entendo bem é o que a minha profissão sempre me exigiu que eu tomasse cuidado: a comunicação.

E da forma que vejo, a comunicação move o mundo, gira dinheiro, quebra empresas e decide casos no tribunal.

A comunicação das partes faz com que surjam conversas e essas conversas em qualquer âmbito, devem saber persuadir o seu interlocutor a concordar com você, fazer o que você quer ou simplesmente ter a mesma opinião que você.

O poder de uma argumentação é tamanha, que existem inúmeros casos de tribunais onde “o que tem a razão” pode perder um caso pelo simples fato de não ter sabido argumentar, se comunicar corretamente e passar a sua mensagem da forma correta.

No marketing, chamamos isso de vender. E o que é vender, se não a arte de se comunicar de forme correta e eficaz, atingindo os gatilhos corretos na ordem perfeita para que haja tamanha harmonia de emoções, que o seu prospecto simplesmente compra de você.

Quando falamos do método 3PHR – que foi apenas um nome que dei a uma ordem correta de passos a serem seguidos para uma comunicação efetiva – falamos de persuasão em sua forma mais ampla.

O 3PHR consiste em:
3P (Prospecto, Público, Ponte)
H (História)
R (Ritmo)

Desde que somos pequenos, somos acostumados a ouvir histórias dos nossos pais. Não é de hoje que chegávamos em casa cabisbaixos por algo que havia acontecido na rua e nossos pais nos questionavam o porquê e, ao relatarmos o nosso caso, eles sentavam ao nosso lado e contavam uma história em que passaram por algo parecido, como eles se sentiram, e como eles saíram dessa.

Então quando você foca o seu argumento em uma história, o fato é que você cativa a atenção do seu público, o que me leva ao meu primeiro P.

O público dita a forma com a qual você se comunica, e é focado no público – e em mais ninguém – que os seus argumentos e forma de falar devem ser montados.
Quando você vai a uma reunião de família, você não costuma falar com seus avós da mesma forma que você fala com os seus primos, que também é diferente da forma que você fala com os seus clientes.

Então, use bem a comunicação e conecte-se com o seu público: o juiz, o júri, a oposição. Analise cada aspecto deles e comunique-se de forma que atinja esse público específico.

O público é tão importante quanto a mensagem em si.

O segundo P é relativo ao Prospecto, que é o seu cliente. Entenda a fundo o que o seu cliente quer, os “porquês” do seu cliente – geralmente utilizamos “3 porquês” para uma causa raiz, mas você pode utilizar os “5 porquês”, se entende que o seu prospecto precisa se aprofundar mais nos motivos dele.

E agora que você tem consciência de quem é o seu público, do que o seu prospecto quer e precisa – o motivo pela qual ele te contratou – você precisa fazer uma ponte entre eles, que é o meu terceiro P.

Essa ponte será feita através de uma história, que já mencionamos acima. Uma história que fará conexão entre os porquês do seu prospecto e o público que irá julgá-lo.

E para que essa história tenha o efeito esperado, é preciso haver ritmo, que é o significado do R.

O ritmo dita a regra de atenção do seu público, e ritmo e atenção são diretamente proporcionais. Ou seja, quanto melhor sua dicção e entonação e entusiasmo ao falar e quanto maior for a sua diferença de volume de voz de acordo com sua fala, maior é o nível de atenção do seu público.

Uma técnica muito utilizada também nas oratórias é o “loop”, onde você deixa o seu público na curiosidade e faz pausas dramáticas em determinadas frases de impacto.

Então, todo esse ritmo na história que vai fazer a ponte entre o seu prospecto e o seu público, pode ser a linha tênue entre você ganhar a atenção de todos e ganhar um caso ou ser apenas mais um argumento no meio da multidão, deixando o caso do seu cliente à mercê da sorte do dia.

Letícia Metoki

Why Common Law?

Caros amigos,

Estamos começando uma série de vídeos de dicas de inglês jurídico para todos os que praticam o nosso direito e deseja imergir profundamente em um conhecimento científico avançado.

Primeiramente, gostaria de deixar claro que aqui não ministrarei um Curso completo de inglês jurídico. Um Curso de Inglês Jurídico completo precisa de vários elementos e de professores que acompanhem o desenvolvimento do aluno. É assim que trabalhamos no Instituto de Inglês Jurídico. Nós cooperamos com o aluno e seu desenvolvimento como profissional competente para toda pesquisa e demanda jurídica em inglês.

Voltando a construção do nosso canal. Além dos vídeos que já produzimos anteriormente, muito focados em gramática, no intuito de dar suporte aos nossos alunos. Agora traremos informação jurídica internacional relevante ao contexto do Inglês Jurídico!

Os vídeos, serão bilingues, uma parte introdutória em português, também para sanar as dúvidas de todos os alunos, e uma parte em inglês destilando o conteúdo propriamente dito.

Espero que todos tenham momentos espetaculares nessa série produtiva e aguardo o feedback dos Senhores sobre o nosso canal!

Por favor, não deixe de se inscrever e de curtir nosso vídeo.

Let us start with some basic terminology for the understanding of Legal English. It has to start with England, it has to start with Common Law! Are you not amazed by the fact that we have different bodies of law around the world? As far as I can see, when we go to law school we imagine a bunch of codified material in front of us for extensive and exhaustive reading. It is true, off course, but not everywhere. When the Angles and the Saxons invaded the British islands back in the Middle Ages, they destroyed every remaining of the Roman Law. The just did not like it.

The old customary system, in which we can identify a ruler taking over the legislative process, having set his decision as a law for the following cases, we call Common Law. That is the system that those people liked and as opposed to what was happening in continental Europe, the Angles and the Saxons imposed their Customs over the British. In light of all of this, we have had Common Law in England and in every other English speaking jurisdiction since then.

That is just the beginning, stay tuned for more. Hugs for everyone!

Prof. Thiago Calmon

Should we kill our best friend when he or she criticizes our decisions?

In many countries, criticizing the government or its leaders is criminally punishable. What does the experience of Henry VIII teach about our Constitutional rights?

If we go back in history we should see many similarities between the Brazilian government's actions and the Tudor's actions regarding criticism. The historical landmark that we can set as the starting point of our discussion is the killing of Thomas More, best friend of Henry VIII, who was sentenced to death due to his position against the new Church of England.

Most of us know that until the modern era it was very common for a State to punish individuals by death - an easy answer to many crimes.

Society's view of this type of punishment was contradictory. People would oppose capital punishment only if they though it was unfair. It is important to emphasize that even nowadays there has been a great number of people that continue to believe that capital punishment must be the way to go for severe cases.

(fictional dialogue)

"But You are my best friend..."

"I know..."

"That is why I must kill you because your sole existence against my opinion I cannot endure..."

"In order to survive must I change my mind? How can I speak my mind if I do it without free will?"

"The problem, dear friend, is that, if you speak your mind, people will hear, and I will lose power."

"Power has won the battle against love..."

(end of the dialogue)

Brazilian Constitution has given us the world wide famous Freedom of Speech. Something that has been debatable nowadays because of the growth of a very violent society - due to a severe crises in our economy. Another fact in favor of the end of civil liberties is that our Constitution is very new. It was drafted in 1988; as a consequence, many people has not taken freedom itself as an everlasting right. Hence, the Constitution can be changed, our political system can be amended, our rights can be reconsidered.

I have looked for, and I have found people that love this nation and its future. We better not to kill our best friends. On the contrary, we should allow them to speak, talk to them, hear their voices, and consider their issues. The challenge among people has always been: Should we kill them for power?

Prof. Thiago Calmon

Director of Instituto de Inglês Jurídico Thiago Calmon

APROXIMAÇÕES ENTRE DIREITO E RELIGIÃO (PORTUGUESE AND ENGLISH VERSIONS)

APROXIMAÇÕES ENTRE DIREITO E RELIGIÃO (PORTUGUESE AND ENGLISH VERSIONS)

O fenômeno jurídico apresenta mais proximidades e semelhanças com o fenômeno religioso do que a pobreza que as principais vertentes teóricas atuais têm conseguido detectar; tanto no âmbito do direito quanto no âmbito da religião. Com efeito, ambos são experiências de regulação social e de solução de conflitos.

Tanto a decisão judicial de uma controvérsia quanto as experiências cristãs de perdão de ofensores, por exemplo, possuem semelhanças em suas estruturas e efeitos claramente regulatórios em suas perspectivas sociais.

Todavia, mais do que apenas semelhanças ritualísticas e discursivas, esses dois campos da experiência humana guardam entre si uma relação histórica de intersecções e permanências. A ancestralidade religiosa do conceito moderno de lei é visível e inegável. Do mesmo modo, a presença de rituais, recitações, cerimônias e vestimentas no mundo do judiciário em muito decorrem das liturgias cultuais. O direito, enfim, é um nítido tributário da religião. Assim, a compreensão da complexidade que caracteriza o fenômeno jurídico reclama, em seu âmago, a compreensão das relações e estruturas do fenômeno jurídico. Mais do que isso, é preciso enxergar o direito através das lentes do discurso religioso.

Nesse sentido, as categorias da ciência das religiões revelam importantes contributos para a tarefa, uma vez que, em vez de entenderem os elementos sagrados como meros conceitos e instituições a serem estudados, consideram, ainda que para fins de estudo, as forças divinas como reais e concretas no seio das comunidades que vivenciam tais experiências. Em outras palavras, a ciência das religiões entende as figuras dos deuses não como algo a ser hermeticamente analisado a partir de conceitos teórico-filosóficos, mas antes como uma presença real e sentida no seio da comunidade religiosa, buscando compreender de que maneira se dá a relação entre essa presença e aqueles que a veneram. O sagrado, entendido como conceito, assume uma outra dimensão interpretativa, resultante não do olhar de um intérprete externo, mas sim do interior da própria experiência religiosa.

APPROACHES BETWEEN LAW AND RELIGION

The legal phenomenon has presented more similarities to the religious phenomenon than the resulting simplicity that has been found under the current theories; both in the scope of the law as in the scope of the religion. In fact, law and religion are means of social regulation and conflict resolution.

The rulings in response to an offense and the Christian experience of redemption, e.g., have presented similarities under their structure and effects that are quite aimed to regulate social interactions.

However, more than just ritualistic and discursive similarities, these two fields of human experience have a historical relationship of intersections and permanences. The religious ancestry of the modern concept of law has been undeniable. Likewise, rituals, recitations, ceremonies, and garments in the world of the justice system were influenced by cultic liturgies. The law has been a tributary of religion. Thus, the understanding of the complexity that defines the legal phenomenon demands, in its core, the understanding of the relations and structures of the legal phenomenon. More than that, it is important to emphasize the analyzes of the law through the lens of religious discourse.

In this sense, the categories of the science of religions reveal important contributions to the task, because, instead of understanding the sacred elements as mere concepts and institutions to be studied, they have considered, the divine forces as real and concrete within the communities that go through these experiences. In other words, the science of religions understands the figures of the gods not as something to be hermetically analyzed from theoretical and philosophical concepts, but rather as a real presence, felt within the religious community, seeking to understand the relationship between this presence and those who venerate it. The sacred, understood as a concept, assumes another interpretative dimension, resulting not from the eyes of an external interpreter, but from the interior of the very religious experience.

Dr. Caetano Correa

What does the term “Bill” mean?

On September 25, 1789, The American Bill of Rights was drafted by Congress and transmitted to the state Legislatures twelve proposed amendments to the Constitution. Numbers three through twelve were adopted by the States, making the Bill of Rights a very famous document through history!

Thomas Jefferson who argued: "A bill of rights is what the people are entitled to against every government on earth, general or particular, and what no just government should refuse, or rest on inference."

The American Bill of Rights, inspired by Jefferson and drafted by James Madison, was adopted, and in 1791 the Constitution's first ten amendments became the law of the land.

The United States Bill of Rights plays a central role in American law and government, and remains a fundamental symbol of the freedoms and culture of the nation. One of the original fourteen copies of the U.S. Bill of Rights is on public display at the National Archives in Washington, D.C.

Contrary to what many believe, the term “Bill” is not only defined as an amount of money owed for goods supplied or services rendered set out in a printed or written statement of charges, or an invoice that one of your suppliers will give you, that which, sooner or later, you will have to pay. It has another meaning, that is as important as this one - Bill: “Draft document before it is made into law / a draft of a proposed law presented to parliament for discussion.”

Summarizing, a bill is proposed legislation under consideration by a legislature. A bill does not become law until it is enacted by congress or parliament and, in most cases, signed by the executive. Once a bill been enacted into law, it is called an Act or a Statute.

In case you missed it, some big bills were introduced in 2017 in the USA, with the entrance of Donald Trump and the new government, some polemics about the major bills that were introduced arose, among them the two main are the “Fairness for High-Skilled Immigrants act of 2017” and the “American Health Care Act of 2017.”

Have you heard about the proposals included in those Bills?

It is important to research to find out!

The next step is to wait for approvals. And if they are approved, they will become law. We must have a critical sense about every bill, and hope that those responsible for voting will be wise in choosing what is best for the people.

Prof. Hanna Lelis

Managing Director

 

Waste Law and Reverse Logistics

Image result for reverse logistic

Have you seen special waste bins for old batteries in supermarkets? Learn the legal base for it.  

Reverse logistics is a concept related to the reuse of products and materials. It is the process of returning goods to the manufecturer instead of proceding the regular final destination (trash). Manufecturers are responsible for a proper final disposal of any dangerous substances that the waste may contain, including all the costs involved in this action, on the other hand they may recover part of the material for their production. 

Brazilian Waste Law (12.305/2010)  provides a mandatory list of products subjected to reverse logistic, which means, categories of waste that cannot be simply thrown away. The list includes: electronics, batteries, oils, pneumatics, fluorescent bulbs and agrochemicals (and its packaging) and is a non-exhausting list. This products when non-properly disposed may represent health or environmental risks, reason why this obligation has been created and can be applied to other dangerous types of waste.  

Therefore, by adopting the reverse logistic we protect environment, value waste/materials and enrich the economic chain. Besides, we promote a more sustainable production, since the manufacturers' responsibility pushes them to plan their products in a way and with specific materials that can be easily reused or recycled.

If you wanna read more about this topic in portuguese, click on: http://substanciaeaparencia.blogspot.com.br/2017/06/logistica-reversa-politica-nacional-de.html

Dra. Luísa Bresolin

AUTONOMIA NA APRENDIZAGEM

O processo de ensino-aprendizagem ocorre por meio de movimentos teóricos e práticos. A metodologia se torna o conjunto de movimentos planejados e teoricamente fundamentados, por meio dos quais acontece o processo pedagógico. (RANGHETTI et al., 2013, p. 53). Segundo Ferreira (1999, p. 1328), metodologia é a “arte de dirigir o espírito na investigação da verdade – Estudo dos métodos”. É a forma de conduzir os alunos na busca do conhecimento, valendo-se de diferentes métodos, técnicas, recursos e estratégias didático-pedagógicas.

A escolha metodológica perpassa a compreensão sobre o que é aprendizagem. A seleção de métodos, técnicas e recursos se baseia em concepções epistemológicas e também conceitos sobre o sujeito aprendente, o papel do professor e o objeto de estudo.

A metodologia envolve diferentes elementos, que aparecem em momentos ou movimentos sucessivos da ação pedagógica, ou de forma simultânea para viabilizar determinada ação e sua intencionalidade.

Nas palavras de Gadotti (2000, p.222), a prática pedagógica exige:

Integração de conteúdos;
Passar de uma concepção fragmentária para uma concepção unitária do conhecimento;
Superar a dicotomia entre ensino, pesquisa, considerando o estudo e a pesquisa a partir da contribuição das diversas ciências;
Ensino-aprendizagem centrado numa visão que aprendemos ao longo da vida (educação permanente);

Dessa maneira, o ensino, sobretudo, do Direito deverá ser realizado por meio da interdisciplinaridade, pois, desse modo, torna-se efetivo, mais atrativo, cativante, além de proporcionar um retrospecto mais completo do objeto de estudo. Acredita-se que um ensino de excelência somente será possível se baseado na interdisciplinaridade, pois somente por meio da ampliação dos horizontes será possível construir e alcançar os objetivos de aprendizagem.

Pensar o ensino do direito é pensar também em cidadania, a qual é gerada por uma educação permanente, integral e afetiva entre professores e estudante. A educação integral no entender de Juliato (2013, p.33) significa o desenvolvimento do indivíduo todo, o que vai além de sua capacidade laboral, portanto, o estudante deverá se envolver na própria produção do conhecimento, e principalmente deverá ao final da sua formação estar aberto para uma visão do mundo que integre a complexidade (paradigma) da vida.

Portanto, parte-se, aqui, do pressuposto que a abordagem analítica, cartesiana, voltada para a padronização, para a visão compartimentalizada e para a racionalidade, sem a compreensão do Ser humano, em sua inteireza – material, sentimental e espiritual, per si, tem se revelado insatisfatória para o desenvolvimento das aptidões necessárias a sua existência, sobrevivência e transcendência na contemporaneidade e, por isso, a adoção educativa metodologias ativas como prática educativa fomenta a participação ativa do estudante nos movimentos de ensino e aprendizagem.

Acredita-se que o estudante contemporâneo deverá conseguir atender as orientações ou princípios para educação, apresentadas pela UNESCO e sistematizadas por Morin (2005):

  • “Aprender a conhecer” - (apropriar-se de saberes)
  • “Aprender a ser” - (tornar-se uma pessoa melhor)
  • “Aprender a fazer” - (criar procedimentos e soluções)
  • “Aprender a conviver” - (respeitar as diferenças)
  • “Aprender a aprender” - (desenvolver a meta-cognição)

A formação cidadã e profissional, exigida pelo contexto social, requer sujeitos que estejam atentos às mudanças, com autonomia e iniciativa para analisá-las e, a partir delas, propor novas ações. Nesse caminho, é possível que ocorra, gradativamente, o desenvolvimento do espirito cientifico, pensamento crítico, pensamento reflexivo, valores éticos, entre outras conquistas dessa natureza, por meio da educação, contribuindo para o desenvolvimento da autonomia na formação do ser humano e dos futuros profissionais.

Professor Doutor Maikon Cristiano Glasenapp

Environmental Law: A Concept Beyond Nature Protection

For many years people thought environmental law had to do (strictly) with nature protection and people who defended it were hippies and free spirits. Well... that's wrong! 

 

Except for Trump and his pals, people realised it's major importance, since enviromental law embraces urban infrastructure regulation, polution control, consumer's rights, health policies, natural resources management, work safety standards, animal protection, well-being and human survival.

 

- Should there be a letter "T" on food packages that contain transgenic products? 

- Do you have the right to build a house in this area? 

- When is the fishing season?

- Can I take a piece of a reef home, as a souvenir?

- What is the correct litter bin for this type of waste?

- Should cities invest in traffic planning and alternative transportation? 

- Which countries need to reduce polution emissions the most?

- Is agroecology a solution for hunger and food distribution issues?

 

All this questions are examples of situations related to environmental law. Therefore, we notice that it affects the economy in a macro and micro perspective and even day-by-day ordinary details. Environmental law studies clarify the fact that nature-human beings-cities-animals, we are all interconnected and we depend on eachother to survive.

 

Fight for the cause, because, despite loving or hating animals/mountains/a beautiful landscape, enviromental law stands for human kind protection as well!

 

Dra. Luísa Bresolin

 

Instituto O Direito Por um Planeta Verde.

Os artigos referência em Direito Ambiental no Brasil constam nas publicações do Instituto o Direito por um Planeta Verde, que você pode conferir aqui:

http://www.planetaverde.org/biblioteca-virtual-apresentacao

Professores e profissionais renomados fazem parte dele. Esse video é bastante explicativo sobre a atuação do Instituto. Confira:

 

 

 

MEDIAÇÃO INTERNACIONAL E SOLUÇÕES NEGOCIAIS INOVADORAS

Via de regra, uma justiça morosa tende a desestimular a instauração de ações judiciais para soluções de contendas. No entanto, a realidade brasileira mostra um indicador no sentido oposto, já que, segundo dados do Relatório Justiça em Números, produzido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2015 tramitaram no Brasil mais de 99 milhões de processos, ao passo que apenas 27% foram solucionados no mesmo ano (24,3 milhões de ações).

 

Coincidentemente, também em 2015 foi publicada a Lei n. 13.140, dispondo sobre a mediação entre particulares como meio de solução de controvérsias, e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública. Para estas soluções alternativas, devem imperar, dentre outros, a boa-fé, a busca do consenso, a autonomia de vontade das partes e a informalidade.

 

No processo de mediação, os envolvidos decidem quais resultados pretendem alcançar por meio da negociação, especialmente no que se refere a um acordo contratual em conformidade com os seus interesses comerciais. O mediador não exerce autoridade para impor uma autocomposição, figurando apenas como um facilitador da negociação. Assim, os envolvidos podem compreender de modo simplificado quais os direitos em jogo e o que cada lado pretende obter como benefício, agraciando todos os integrantes do acordo.

Em se tratando de uma negociação internacional da área empresarial, podemos referir como exemplo a atuação da ICC Brasil que reúne os membros brasileiros da Internacional Chamber of Comerce (ICC), maior organização empresarial mundial, com mais de 6 milhões de empresas em 130 países. As respectivas mediações são administradas pelo Centro Internacional de ADR (Amicable Dispute Resolution) e podem ser utilizadas por qualquer empresa, estado, organização internacional, ente governamental, e até mesmo por pessoa física. O acesso ao regulamento desse sistema pode ser conferido na página do ICC Mediation, em inglês (https://iccwbo.org/dispute-resolution-services/).

 

ICC in Dubai. http://www.iccuae.com/news_briefing-session-on-icc.html

Como se percebe, essa alternativa para disputas amigáveis é uma excelente oportunidade para não se depender da interveniência do Estado-Juiz na solução de controvérsias, sobretudo quando tranquilamente pode se superar mais de uma década até o pronunciamento final pela Corte Superior máxima do Brasil (considerando todas as possíveis instâncias recursais). Esta circunstância, por si só, pode trazer sérios riscos à atividade empresarial, que necessita de uma rápida resposta para dar continuidade à uma negociação pode lhe trazer tanto aceleramento quanto retrocesso econômico.

Por outro lado, o quesito temporal não é o único a tornar mais atrativas as mediações em cenário nacional e internacional, já que de nada adianta um acordo se não for realmente vantajoso para todos os envolvidos. Neste conjunto, deve haver especial atenção para as técnicas de negociação que podem ser aplicadas pelo mediador, o qual precisará de uma substancial competência para lidar com o debate.

 

Assim, durante os encontros entre os envolvidos, deve-se buscar afastar as variáveis para se prever com a máxima exatidão quais os riscos previsíveis, para tanto utilizando o mediador de raciocínio perspicaz e de um jogo de palavras hábeis ao convencimento do que se pretende expor como mais vantajoso. Além disso, o objetivo principal deve ser uma negociação do tipo ganha-ganha, onde ambas as partes estejam plenamente satisfeitas com os termos do acordo. O mediador também deve estar atento às preocupações e interesses de todos os lados, a fim de conseguir proporcionar o equilíbrio de força necessário entre os pólos da relação. No incentivo ao diálogo, o negociador deve buscar extrair as informações com integridade e respeitando os termos da moral e da ética, a fim de não colocar em situação de vulnerabilidade quaisquer dos participantes.

Por fim, para alcançar uma mediação frutífera e exitosa, a paciência deve nortear não só a atuação do mediador/negociador, mas também de todos os envolvidos, especialmente para não se criar uma nova situação de conflito que os sujeite à imposição da decisão por um terceiro (juiz), prolongando de modo imprevisível o ponto final, e quase sempre garantindo que apenas um dos lados permaneça satisfeito com o resultado.  

Dra. Naiara Czarnobai Augusto

 

Mestrado em Direito in English: a diferença entre o Master e o L.L.M.

Você sabe qual a forma correta de se referir ao curso de Mestrado em Direito?

Master versus L.L.M., entenda o significado e faça a escolha certa.

 

Se você pretende fazer mestrado em Direito nos E.U.A. é crucial entender cada um dos termos.

Ou... se você já é mestre em direito, atenção ao traduzir seu currículo de português para inglês.

 

Master’s degree é sinônimo de mestrado, sim. Todavia, se o curso de pós graduação for num programa jurídico, como o Programa de Pós Graduação em Direito da UFSC ou a Harvard Law School, o termo correto a designar o grau pretendido ou auferido é o L.L.M.

 

O mestrado em direito é o L.L.M., Legum Magister, tratado também como Master of Laws.

 

Students in Oxford

 

Por outro lado, existem cursos de mestrado que levam o termo "legal" na denominação, mas não são de programas jurídicos, motivo pelo qual conferem um Master's degree, mas não um L.L.M.

 

Portanto, se você quer dar continuidade à sua carreira jurídica no exterior, não leve gato por lebre. Nesse caso o ideal é buscar um L.L.M. ao invés de um Master's Degree. Got it?

 

Luísa Bresolin

Company Formation

A great company must be formed by a group of shareholders that take over different roles in the company. They are called the directors of a company or the company's officers.

 

Team work!

 

I have put some of the most famous roles in a board of directors in thelist below, please, mind each of them.

 

 

The Director - CEO (Chief Executive Officer) - The role of the directoris to provide a general direction for the business, motivating the members of the company and applying a management style.

The Managing Director - He or she oversees the work of every member of the company and manages the day-to-day affairs of the business.

The Director of Technology - CIO (Chief Information Officer) - Thedirector of technology oversees every production related to information technology and handles the issues that may come up in the company's system.

The Financial Director - The Financial Director shall work together with the accountant handling the finances of the business in every aspect.

The Company Secretary - The Company Secretary is a very important director, he or she could be in charge of documentation, intellectual property, capital, and even personnel.

The Marketing Director - The one handles every aspect of Marketing, specially digital marketing which is of extreme importance for business nowadays.

The Sales Director - The Sales Director is in charge of the technique for the sales; besides, coordinating the sales personnel that will directly get in touch with prospective clients.

The Director of Design - Design thinking has been one of the newest trends in business management, it is important to emphasize that it plays a major role in the establishment of a business.

 

I strongly believe that the ones aforesaid are the most important officers for a board of directors and that every company that is seeking for strong performance must look for those professionals for its board.

 

Finally, we should scrutinize another very important board for a company, which is the supervisory board. But we shall talk about it in another post.

 

Thank you very much for you time,

Yours sincerely,

Prof. Thiago Calmon

Director