A Escrita para Negócios

A Escrita do Inglês para Negócios: Padrão de Ouro

Esteja você trabalhando em um escritório ou em casa, é provável que a maior parte do seu trabalho requer que você se comunique com clientes e partes interessadas através da escrita. Mas aqui está a questão; A maioria dos cursos relacionados a negócios não coloca ênfase suficiente nos padrões de escrita comercial, o que significa que mesmo os empresários mais preparados cometem erros comuns diariamente.

As habilidades sólidas de escrita comercial são cada vez mais importantes na era digital. Aprender os princípios básicos da comunicação escrita eficaz o colocará em uma posição vantajosa sobre seus concorrentes, ajudando você a comunicar-se de forma mais eficaz com seus clientes. Uma melhor comunicação escrita se traduz em melhores relacionamentos, que no mundo dos negócios se traduz em maior sucesso.

Se você falhou nas aulas inglês ou não, você se beneficiará da implementação dessas 10 principais regras de redação de Inglês comercial, que constituem o Padrão de Ouro para as comunicações empresariais profissionais.

1. Saia do jargão Office-Speak (linguajar de escritório)

Seu chefe pode gostar de usar frases de clichê como "pensar fora da caixa" e "pensamento de 360 graus", mas não deixe que essa fala infecciosa de escritório entre em seu trabalho escrito. A escrita comercial deve ser clara e sem ambiguidade; então deixe o jargão para reuniões e conferências de empresas. A última coisa que você quer é que aqueles que lêem seu trabalho sintam que estão lendo um roteiro de um episódio de 'The Office'.

2. Não Tente Demais

É óbvio para um leitor que quando um escritor está tentando muito, é porque eles usam 10 palavras, onde 5 palavras seriam suficientes. Um documento de negócios não é melhor pela quantidade de palavras que você usa ou a tentativa de preencher as páginas com as palavras mais longas no dicionário. Isso parecerá que você está fazendo muito esforço para ser inteligente. Deixe de fora os trava línguas e use frases curtas e declarativas.

3. Preste atenção aos nomes e ao gênero

Não há nada pior do que escrever Sr. para uma Sra., Exceto talvez se soletrarem o nome da pessoa incorretamente. Certifique-se de verificar a ortografia do nome do destinatário e garantir que você tenha o título de gênero correto antes de enviar seu e-mail.

4. Faça E-mails Curtos e Concisos

Ao escrever um e-mail, coloque a questão no primeiro parágrafo. É muito mais provável que você obtenha a resposta que você está procurando se sua idéia ou pergunta for colocada diretamente sem vocabulário desnecessário. Economize tempo chegando direto ao ponto e evitando enrrolação. As pessoas tendem a sentir-se mal por não citarem algumas suavidades antes de chegar ao ponto. Mas este é o mundo dos negócios onde o tempo é dinheiro. Não há necessidade de perguntar sobre o fim de semana do destinatário ou os planos para o almoço. Maximize o potencial do resultado sendo educado, direto e conciso.

5. Contenha Seu Entusiasmo

Você pode estar entusiasmado com suas idéias, mas não deixe sua escrita retratar você como uma criança ansiosa. Evite usar pontos de exclamação em documentos importantes, não importa o quanto você esteja energizado. O mesmo sobre um digitar e-mail; evite assinar com finais peculiares como "Xau", “bjs” ou "Aqui está o nosso sucesso"! Use uma abordagem profissional calma e positiva e você provavelmente receberá uma resposta semelhante.

6. Use Verbos Ativos Sobre Verbos Passivos

Usar verbos ativos auxilia na criação de frases mais profissionais. Por exemplo, em vez de escrever, “O seminário foi liderado por Jack”, escreva: “Jack liderou o seminário”. Este estilo de escrita trará uma vibração mais enérgica e assertiva à sua prosa.

7. Lembre-se: Quem? O que? Quanto? Onde? Porque?

Se você tiver dificuldades com a redação comercial, será melhor escrever essa regra em um post-it e colocá-la em algum lugar da sua mesa. Se você usar todos, no mínimo, você irá cobrir todas as bases que você precisa ao escrever uma proposta, documento de estratégia ou e-mail. Você também pode adicionar um "como" ao final dessa lista. Esta última parte da equação ajudará você a formar seu "chamado de atenção".

8. Ação

As pessoas recebem pilhas de e-mails e documentos a cada semana, e quanto mais alto você chega, mais comunicação por escrito você recebe. Muitas dessas informações são descartadas e incorretamente postas em prática, porque falta à ação. Deixe o destinatário saber exatamente o que fazer com as informações que você forneceu. Eles devem responder? Eles devem passar a informação para outra pessoa? Eles devem decidir? Quanto mais clara for sua ação, maior a probabilidade de receber a resposta esperada.

9. Evite a Paralisia de Decisão

Qualquer profissional experiente dirá que dar ao consumidor muita escolha é algo ruim. As pessoas precisam ser redirecionadas para uma decisão, porque, quando deixadas com várias opções, elas não podem decidir ou demorar muito para decidir. Evite paralisia de decisão, limitando a escolha na sua escrita de negócios.

10. Escreva duas vezes. Verifique duas vezes

Todos os documentos comerciais importantes exigem um processo de edição e revisão. A maneira mais eficaz de fazer isso é a seguinte: Escreva seu primeiro rascunho sem corrigir sua gramática. Agora, revise o rascunho seguindo as dicas acima mencionadas deste post. Agora volte ao documento novamente e verifique se há erros gramaticais e de ortografia. Tire um tempo para refazer suas frases com o melhor de sua capacidade. Se você tiver um dia ou dois antes de enviar seu trabalho, coloque o documento de lado e volte para ele com a mente mais limpa. Revise mais uma vez antes de envia-lo.

JENNIFER FROST – Tradução – Hanna Lelis

O Compliance como exigência às contratações públicas

Mais do que #Compliance no papel, as organizações deverão comprovar práticas efetivas de integridade para participarem de licitações e contratarem com a Administração Pública. Será que a sua empresa está pronta?

➡️Para saber mais, clique abaixo e leia na íntegra o post escrito pela CEO do Studio EstratégiaRoberta Volpato Hanoff, para o Blog Oficial de Compliance no Brasil, o Antissuborno, patrocinado pela QMS Certification Services - QMS Brasil:

#Compliance #studioestrategia #qmscertificadora #sigastudioestrategia#sigaantissuborno

Click on the picture!

http://antissuborno.com.br/o-compliance-como-exigencia-as-contratacoes-publicas-2/

 

Dra. Roberta Volpato Hanoff

 

O Instituto de Inglês Jurídico e a UNOESC – Universidade do Oeste de Santa Catarina celebram grande Parceria para implementação dos Cursos de Inglês Jurídico.

Nessa última quinta-feira, dia 22 de março, o Instituto de Inglês Jurídico -Thiago Calmon English celebrou uma nova e empolgante parceria com a UNOESC - Universidade do Oeste de Santa Catarina.

Prédio da Administração da Universidade.

A UNOESC pretende ser um centro de referencia no âmbito da formação humana e profissional, da produção do conhecimento e da extensão. Além disso, possui como visão "Ser a melhor instituição de ensino superior no Oeste de Santa Catarina."

Para tornar essa visão possível, além do excelente trabalho já executado por seus profissionais, a Universidade tem buscado diligentemente a internacionalização do seu Curso; oferecendo assim a oportunidade de capacitar seus alunos para o mercado internacional, oferecendo o Inglês Jurídico como diferencial.

Faculdade de Direito da UNOESC, onde será ministrado o Curso de Inglês Jurídico.

O Curso de Direito da UNOESC é líder em todo Oeste Catarinense, sendo promovido em Chapecó, Joaçaba, Pinhalzinho, São Miguel do Oeste, Videira e Xanxerê. Em Joaçaba, campus central do Meio Oeste, o Curso tem mais de 700 alunos, que agora terão a oportunidade de internacionalizar seu conhecimento por meio do estudo do Inglês Jurídico e de Contratos Internacionais.

Cidade de Joaçaba, ponto central do Meio Oeste de SC.

Ainda esse mês estarão abertas as matrículas para a formação de duas turmas, uma pela manhã (para os alunos que estudam no período noturno), e uma a noite (para os alunos que estudam pela manhã e para os profissionais da região).

O Prof. Thiago Gomes Calmon e o Diretor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, Eng. Msc. Júlio César Ribeiro Lyra, comemorando a parceria.

O primeiro Curso a ser promovido pelo Instituto de Inglês Jurídico, através de aulas ministradas presencialmente pelo seu Diretor, o Prof. Thiago Gomes Calmon, será o clássico Curso de Inglês Jurídico, base para a formação jurídica universal em qualquer área do Direito.

Em breve mais informações sobre o Curso e a página para as matrículas.

 

Entrevista com a Doutora Roberta Volpato Hanoff sobre a nova parceria do Instituto de Inglês Jurídico e o Studio Estratégia.

Apresentamos uma nova parceria entre o Instituto de Inglês Jurídico Thiago Calmon e o Studio Estratégia, um grupo de pesquisadores que promove conhecimento ao público empresário, centrado em inovação e desenvolvimento.

Tanto o Instituto de Inglês Jurídico quanto o Studio Estratégia possuem a visão de transmitir conhecimento de maneira simples, fugindo da linguagem exclusiva ao direito passando o mesmo conteúdo claramente para todos e altamente qualitativa.

O objetivo do Studio Estratégia é o desenvolvimento profissional e empresarial de seus ouvintes, e sabendo da necessidade de uma operação internacional, procurou no Instituto de Inglês Jurídico um grande parceiro.

Para brindarmos essa nova fase de difusão de conhecimento e parceria, o Instituto convidou a Dra. Roberta Volpato Hanoff, CEO do Studio Estratégia, para uma pequena entrevista, nos iluminando com palavras sobre o empreendedorismo jurídico e da importância do inglês jurídico.

Conheça o Studio Estratégia.

1 - Dra. Roberta, qual é a diferença entre empreender hoje e desenvolver a advocacia como negócio no passado? O que te levou a criar o Studio Estratégia?

Vejo que hoje a tecnologia mudou muito a percepção dos advogados acerca desse assunto, principalmente da nova geração de profissionais do mercado. Você consegue trabalhar sua autoridade em uma determinada expertise para pessoas fora de sua network, através da internet - que é onde as pessoas que precisam de você estão.

Hoje, temos a missão de conquistar o cliente com base na autoridade e no conhecimento jurídico, fugindo do nicho tradicional de relacionamentos interpessoais. O empreendedorismo hoje está vinculado, portanto, à tecnologia, à inovação e à demonstração de conhecimento.

Nesse sentido, o Studio, visando educar e gerar engajamento, é uma forma diferente de se comunicar juridicamente. Somos um grupo de profissionais de qualidade, trabalhando de forma multidisciplinar e falando na linguagem nativa do público que realmente precisa de nós. Não temos a necessidade de ensinarmos nossos colegas juristas, mas, sim, de demonstrar como o Direito pode ajudar as empresas, falando numa linguagem acessível, que qualquer um possa compreender e aprender.

Conheça mais sobre a organizadora do Studio Estratégia - Dra. Roberta Volpato Hanoff.

2 - O objetivo do Studio Estratégia é inovar. Você tem visto essa inovação como fator determinante para o seus clientes, principalmente na captação e estruturação de novos negócios?

Sim. Vejo porque hoje em dia o empreendedorismo como um todo está diferente.

O que eu percebo quando eu meço o desempenho do Studio é o engajamento. Sempre recebemos emails das pessoas elogiando os textos e se identificando com o nosso conteúdo. Acaba, então, sendo inovador porque a importância do trabalho do advogado começa a fazer mais sentido, como um vetor de aprimoramento no processo de gestão das empresas.

Você fala tanto a linguagem da vida real que você acaba agregando valor ao negócio de nossos clientes.

3 - E onde o inglês, em especial o Inglês Jurídico, entrou na pauta de desenvolvimento do Studio? De repente ele se tornou importante?

Não foi de repente. O Studio tem duas vertentes de atuação muito fortes. Uma é a inovação - e a gestão da inovação, como a propriedade intelectual, as novas tecnologias, start ups e o novo empreendedorismo - A outra vertente a da regulação, do compliance.

Ambas têm vital importância quando a gente fala de escalonamento de empresas rumo ao mercado internacional ou a inserção dos negócios nas cadeias globais de valor.

Se o nosso papel é desenvolver e aprimorar os processos de gestão das empresas e capacitar os empreendedores, o inglês jurídico faz todo o sentido. Isto porque o empreendedor, independente dele ser um novo empreendedor ou não, precisa falar a linguagem internacional.

O Inglês Jurídico tem um valor excepcional em relação a documentação, a rastreabilidade dos negócios e dos processos de gestão, a comunicação entre as partes, a composição dos acordos e o equilíbrio de interesses no momento de uma tratativa.

As relações com outros mercados nos obriga a seguir padrões internacionais.

O Prof. Thiago Calmon conversou com a Dra. Roberta Volpato Hanoff sobre a integração das duas empresas.

4 - Que resultado você espera da nova parceria com o Instituto de Inglês Jurídico, o que acha que poderá gerar e aonde quer chegar?

O resultado que eu espero é uma formação holística.

O Studio é desde a concepção um projeto multidisciplinar e o inglês jurídico é muito bem vindo nesse aspecto. Iremos propor uma capacitação mais completa.

O inglês jurídico irá gerar valor agregado aos negócios. O que abrirá as perspectivas de crescimento. Quando agente fala do empreendedorismo na tecnologia isso ainda é mais evidente. Precisamos pensar em novos mercados. Ao conversar com novos mercados precisamos negociar nossos ativos em igualdade de condições.

É uma parceria ousada, mas nem tanto. Ousada para quem milita em um modelo de advocacia mais antigo, mas, quando você para e analisa o mercado de verdade, e as suas necessidades, a parceria faz todo o sentido. Espero que possamos aumentar a competitividade dos negócios brasileiros frente ao mercado internacional.

Instituto de Inglês Jurídico - Thiago Calmon English

 

Como fazer uma petição inicial?

Você é um advogado?

Precisa saber escrever. Muitos advogados saem dos seus cursos de graduação em Direito e não aprenderam a escrever.

Pelo menos sabe escrever um e-mail?
Sabe fazer uma pesquisa via Google?
Sabe falar um português correto?
Sabe passar uma mensagem pelo celular?

Com certeza saberá usar suas próprias palavras e elaborar uma petição inicial.

Em primeiro lugar o advogado deverá se dirigir a um Juízo que será representado por um juiz monocrático.
Ele é competente para julgar o seu pleito e dizer , segundo a legislação vigente, se você tem ou não razão.

Excelentíssimo Senhor Juiz
Competência
Se a causa de pedir está sob a competência de um determinado juiz dependerá se é da esfera penal ou cível, por exemplo.

Em segundo lugar, devemos destacar o nome completo de seu cliente, o autor da Ação, sua qualificação completa com nacionalidade, estado civil, profissão, número de identidade, CPF, endereço completo, CEP, domicílio.

Na peça inicial que deverá ser dirigida ao juiz de primeiro grau, repita-se, deverá ser juntada documentação imprescindível para provar o alegado, inclusive a procuração Ad judicia do advogado com a qualificação e endereço profissional.

Ato continuo, deverá ser proposta uma Ação - NOMEN IURIS DA AÇÃO, ou descrição da tutela jurisdicional pretendida, também com nome completo do Réu, qualificação e endereço completo.

Dando prosseguimento a petição inicial, deverão ser narrados os fatos ou acontecimentos que deram origem ao conflito, chama-se DOS FATOS.

Nesta narrativa, o advogado deverá apontar aonde o seu cliente foi lesado e em quais circunstâncias. Pedirá ao juiz para que se faça a Justiça.

Após a narrativa dos fatos, destaca-se o direito invocado, chama-se DO DIREITO.

Nesta oportunidade, o advogado fará uma dissertação através de uma pesquisa doutrinária e/ou jurisprudencial sobre a matéria invocada que ampare a solução pleiteada pelo Autor e que garanta a procedência do pedido.

Por fim, deve-se dar atenção ao pedido em si, elencando-os na seguinte ordem. DO PEDIDO: a CITAÇÃO da parte Ré, para querendo, contestar a ação, sob pena de revelia e presunção de veracidade dos fatos alegados, a condenação da parte Ré para obrigar-se a fazer algo ou não fazer, a condenação da parte Ré ao pagamento de custas e honorários de sucumbência, a produção de provas por todos os meios admitidos em Direito, que são: documentais, testemunhais, periciais etc

Na fase final, no pedido, o advogado deverá pedir a procedência do pedido - antes de dar o valor da causa!

Dá-se o valor da causa, pede-se deferimento, local, data e assinatura do advogado com o número da OAB.

Faz-se mister destacar que antes de fazer a petição inicial acima, o advogado deverá fazer o diagnóstico do problema e encontrar a solução a ele pertinente.

Mãos a obra!

Dra. Rosangela Gomes

Inglês Jurídico: Interpretação e Elaboração de Contratos Internacionais

Oportunidade de Curso Presencial em Florianópolis - SC

 

O Instituto de Inglês Jurídico e o Prof. Thiago Gomes Calmon promovem para 2018 em Florianópolis uma turma presencial de Inglês Jurídico com o Curso  - Interpretação e Elaboração de Contratos Internacionais.

Além da análise de diversos contratos em várias áreas, o Curso trabalhará a formação do aluno em sua relação com a linguagem. Focando sempre no desenvolvimento da competência dentro de temas vitais para a prática jurídica internacional.

  • Contract Law - Theory
  • Contract Law - Cases
  • International Commerce of Goods
  • Real Property - Leases and Sales
  • Intellectual Property - Patent, License, Trademark, and Business Method
  • Contract Negotiations
  • Drafting International Contracts
  • FCPA - UK Bribery Act - International Compliance
  • Due Diligence - In accordance with FCPA and Uk Bribery Act
  • Mergers & Acquisitions
  • Drafting a contract for international investments.

As aulas serão toda sexta-feira das 10 horas até meio-dia. Na Praça Pereira Oliveira n 35.

Investimento: R$250,00 por mês/aula.

Taxa de Matrícula: O pagamento da primeira mensalidade (mês/aula) será a matrícula.

Início: 27 de abril de 2018.

Término: 21 de dezembro de 2018.

Whatsapp para contato: 47 99128-0348

MATRÍCULAS ABERTAS

Preencha o formulário abaixo e garanta a sua vaga.

PROMOÇÃO

    

Rule #3 Grammatical Proficiency

Rule #3 Mastering Grammar

Caros alunos e amigos,

Bem vindo de volta ao universo do Inglês Jurídico.

É hora de voltarmos ao tema: Rules of Legal English. Tema este que irá desenhar uma nova construção científica, em favor de nossos profissionais, que tanto precisam do Inglês Jurídico para sua prática jurídica internacional.

Nosso objetivo, no Instituto de Inglês Jurídico, tem sido tornar nossos alunos competentes para a competição internacional. Este parecia um grande desafio, a princípio; no entanto, nosso sucesso foi consequência imediata a nossa atitude. Antes dessa total quebra paradigmática construtiva no ensino de idiomas, a relação brasileira com o exterior havia sido uma tentativa de encaixe e de comunicação subserviente. Desta vez, com uma novíssima postura, estamos aprendendo para vencer!

Esse objetivo nos leva a uma pergunta muito importante:
Que possibilidades advogados e operadores do direito brasileiro tem para competir internacionalmente?

Principalmente, representando aqui no Brasil, investidores estrangeiros ou empresas multinacionais. Além disso, pensando em uma opção menos empreendedora, existem inúmeras oportunidades em escritórios globais de advocacia e mega corporações ao redor do mundo. E, finalmente, muitos advogados brasileiros também obtém sucesso ao formar sociedades no exterior.

Certo. Entendi. Agora que nível de inglês jurídico eu preciso ter para atuar nesse mercado, que me parece, hãnn, inacessível?

A resposta é: O melhor possível. Conhecimento jurídico leva anos para ser obtido, e em inglês não é diferente. No entanto, há algo que os profissionais do direito geralmente não percebem: Eles devem ter domínio total da gramática para poderem atuar com confiança e de maneira responsável.

Ser um falante não nativo requer qualidade! Nós podemos ser melhor do que eles e, para isso, devemos agarrar a gramática como uma grande arma de aprimoramento técnico ao ponto de atuarmos com plena confiança e tranquilidade.

Técnicas de escrita jurídica também são muito bem vindas e é uma preocupação constante do Instituto de Inglês Jurídico ensinar os nossos alunos a escrever e escrever bem; consequentemente, dominando o inglês jurídico e manejando com maestria a gramática.

Imagine-se hoje trabalhando um contrato internacional objetivando a compra de uma tecnologia essencial para as operações de um empreendimento.

Vamos narrar a possibilidade com calma:

Primeiramente, você deverá estar apto a negociar termos contratuais oralmente através de uma chamada - Nesse estágio, encontrará a outra parte feliz com a possibilidade de uma venda internacional para um mercado emergente; por causa disto, ele será tolerante com seus erros e estará disposto a se esforçar para entender o que lhe é dito. Mesmo com dificuldades, se você ainda não estiver plenamente preparado, conseguirá vencer a etapa, negociar os termos e receber as promessas.

Após essa fase de negociação, lhe é enviado o contrato. Inúmeras vezes no passado, mesmo após a negociação feita através de uma chamada, o contrato que fora enviado ao profissional foi um contrato padrão, desenvolvido pelo departamento jurídico para todas as parcerias ou vendas, neste, não estavam contidas as promessas previstas. No momento que você receber o contrato perceberá que esta é a hora de ter um domínio pleno do inglês para compreender possíveis promessas não cumpridas dentro do texto contratual e para reescrever as cláusulas de conforme previamente acordado. A outra parte ficará surpresa e aceitará ou não a contra-proposta.

O mais importante fato desse cenário que acabamos de narrar é o entendimento de que o cliente estará sendo protegido de um mal negócio por seu excelente advogado.

Now in English!

Some gramamtical topics should be a very strong concern for every student of Legal English.

* Prepositions
* Verb Tenses
* Aspects
* Modal Verbs
* Passive Constructions
* Reported Speech
* Writing Techniques

I have put Prepositions first because it is the biggest problem I have noticed in all my years of English teaching. Students keep on making mistakes. Choosing the wrong preposition may lead to miscommunication and compromise a business operation, resulting in damages. Prepositions is a broad area of English grammar e must be carefully analyzed. Only by getting it right and practicing a lot a student can develop the skills that are necessary for handling prepositions.

Verb Tenses is not so hard in English, but students sometimes do not work to memorize the paradigms. Mind the issues related to the pronunciation of the past tense of the regular verbs in English.

Aspects are a problem. Specially the Perfect Aspect. It normally takes me a few weeks to teach it properly. The Perfect Aspect is a third of the English language and I have noticed that many people that actually speak English have not used it at all.

Modal Verbs, they seem easy, but have to be used with caution and knowledge. They are very important for contracts.

Passive Constructions are the complicated issue of Legal English. Historically, practitioners have used the passive voice as a standard for legal writing, making everything hard to understand. Nowadays, things have changed. It is important to emphasize that the excessive use of the passive has been avoided.

The reported speech is full of rules. Hence, it is also important to take some time learning it in order to get it right. A funny example: Lula told Mr. Moro that Marisa had visited the triplex. It is the indirect speech of Lula said, "Moro, Marisa visited the Triplex." It reported some of Lula's words during his time in court.

Finally, mastering writing techniques is a key thing for someone that needs to work with Legal English in every type of practice. We have worked on it several times at the Institute and we will keep on going. It is important to emphasize that reading and taking Online Courses on it will improve your future job opportunities and get you ready for the real deal!

I do not wish to take more of your time during this video. If you could, please, like the video and subscribe to our channel. Thank you very much. Farewell.

Prof. Thiago Gomes Calmon

TERMOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS – BUSINESS ENGLISH

Tratando-se de áreas de conhecimento distintas a linguagem e os termos são diferentes do habitual que conhecemos e requer um estudo mais aprofundado. Por esse motivo os termos da área de negócios são específicos e devem ser aprendidos além do aprendizado apenas da língua inglesa. Para uma melhor compreensão desse assunto estarei mencionando 14 termos e esclarecendo os mesmos.

 

Benchmarking (bentchimarkin)

É um método de comparação de serviços, produtos, serviços e práticas profissionais que consiste no processo de busca das melhores práticas para aprimorar as funções e processos de uma empresa. É feito através de pesquisas para comparar as ações da empresa.

Our company uses benchmarking to set standards of excellence.”

Break-even (breikíven)

É quando a empresa consegue se sustentar sozinha: quando os custos são iguais às receitas. Um ponto de equilíbrio nos negócios.

After reaching the break-even point, the company started making a profit.”

Business to business (B2B) (biznez to biznez)

Comércio feito entre empresas sem a participação do consumidor final. “De empresa para empresa)

The chief reasons for B-to-B dominance of electronic sales is that industrial sales tend to be technical, contracts tend to be longer-term, and deliveries are typically routine and continuing.”

Business to customer (B2C) (biznez to cóstumer)

Comércio realizado diretamente entre a empresa produtora, vendedora ou prestadora de serviços e o consumidor final.

The potential of business-to-consumer (B2C) remains to be tapped.”

Crowdsourcing (Crualdsórcin)

Recurso frequentemente usado para criação, produção e desenvolvimento de ideias, produtos ou conteúdos com a contribuição de um grupo de pessoas. Uma modalidade aberta de trabalho em conjunto. Uma colaboração massiva que prestam indivíduos que não fazem parte de uma entidade ou instituição.

New Web 2.0 functionalities were created in a crowdsourcing logic, leveraging a large user base.”

Core business (Corr biznez)

É o ponto forte ou principal negócio da empresa, que é geralmente definido em função da estratégia dessa empresa ou mercado.

The company focuses mainly on its core business.”

Crowdfunding (Crualdfandin)

Obtenção de recursos financeiros através de financiamentos coletivos via plataforma online.

Crowdfunding sounds like the perfect market solution - the public get what they paid for, the photographer gets not only money but satisfaction.

Job rotation (Djob roteixion)

Rodízio de funções promovido pela companhia com a proposta de capacitar os colaboradores em diferentes setores.

The job rotation measure needs still to be closely monitored to find new solutions for improvement.”

Joint venture (Djoint ventchur)

Associação de empresas que tem como objetivo explorar atividades econômicas em comum, desde uma simples colaboração para fins comerciais e/ou tecnológicos até a fusão de sociedades em uma única empresa, porém sem perder a identidade e individualidade de tal.

The scale of production made possible by the joint venture permits the reduction of costs.”

Lean startup (Lin istartup)

Método de desenvolvimento de produtos e mercados com agilidade, velocidade e interação com os clientes combinando desenvolvimento ágil de software, desenvolvimento de clientela e plataformas existentes de software.

The Lean Startup provides a scientific approach to creating and managing startups and get a desired product to customers' hands faster.”

Return on investment (ROI) (Rwitârn on invéstiment)

Percentual de retorno em relação ao custo de um investimento, relação entre a quantidade de dinheiro ganho como resultado de um investimento e a quantidade de dinheiro investido.

The return on investment (ROI), expressed as the profit in percent of the net book value of investments, followed the above profitability trend.”

Stakeholders (Istaikerrolders)

Público estratégico, pessoas ou grupo, impactadas por um negócio: sócios, clientes, acionistas, funcionários, entre outros, podendo ou não ter feito um investimento neles.

I can assure you that I am listening to all stakeholders at this stage.”

Spin-off (Ispin off)

Processo de divisão entre companhias e o surgimento de um novo negócio a partir de um grupo já existente.

Official financial institutions and participating in public bids, company spin-off, transfer of control, or divestiture.”

Start up (Istartâp)

Empresa de pequeno porte emergente e iniciante, focada em buscar e explorar atividade inovadoras no mercado.

“A start-up requires more than technology that works, a need in the marketplace.”

Prof. Hanna Lelis

O Poderoso Método de 2 passos para Vendas.

Você sabe qual é a principal escassez do mercado?
Eu vou te responder à essa questão com duas letras e um método: SR – Segmentação e Relacionamento.
Reforçando a ideia do meu post anterior, uma das coisas que mais faz falta no mercado de qualquer segmento é a comunicação. Aliás, é a boa comunicação.

SR não é uma técnica de vendas avançada, se é o que você está buscando nesse texto. SR se aplica em nossas vida pessoal e aí trazemos para o mundo nos negócios, e para você entender a correta utilização no mundo dos negócios, eu te convido a fazer a seguinte análise no âmbito pessoal:

  • Você separa o segmento AMOR de AMIGOS, certo?
  • No seu segmento AMIZADES, você certamente tem amizades íntimas, amizades menos próximas, amizades do trabalho, etc, estou certa?
  • Com cada um desses segmentos de amizade, você se relaciona de forma diferente, certo?
  • Em seus relacionamentos amorosos, você provavelmente espera ao menos alguns encontros – mantém primeiro um relacionamento - para poder pedir alguém em casamento, correto?

Se você disse SIM a pelo menos 3 dessas perguntas, você muito provavelmente segmenta suas relações e se relaciona com esses segmentos de acordo com o perfil dessa relação: amor, amizade, amizades íntimas, de trabalho, etc.

Agora imagine que você saiu num primeiro encontro com uma pessoa e essa pessoa te pede em casamento – LOGO no primeiro encontro.

Estranho, não? Se você recebeu o pedido, você provavelmente negou. E agora eu te convido a refletir o porquê você negou.

Provavelmente você vai responder algo como: não confio ainda na pessoa, é muito cedo para tomar uma decisão séria dessa, que maluco(a)!, etc.

Então, quando queremos concretizar uma venda – e não entenda venda apenas como o processo de vender um produto ou serviço, você vende o tempo todo e não sabe disso – a coisa mais louca que fazemos é ofertar o nosso produto/serviço esperando um fechamento imediato sem antes firmarmos um relacionamento.

É um pedido de casamento no primeiro encontro!

E aí será a coisa mais normal do mundo que você não venda, não se venda, porque não houve a correta segmentação e o correto relacionamento, o namoro, com o seu prospecto.

Portanto, o Método SR consiste em você segmentar seus contatos, iniciar um relacionamento com eles o quanto antes, para que futuramente você consiga fazer uma oferta que soe como irresistível.

Eu vou te dar um exemplo simples que aconteceu comigo:

Eu adoro as camisas da marca Dudalina. Por algum motivo durante muito tempo na minha vida eu só usava camisas sociais dessa marca. Mas o que eu não deixei de reparar é como o relacionamento deles comigo era frio.

O que acontece quando a vendedora pega o seu whatsapp numa loja após te vender um produto?
Ela provavelmente te manda mensagens com PROMOÇÕES – apenas para que você consuma mais. Ela não te manda mensagem para saber se o produto que você adquiriu está de acordo, se você está satisfeito.

Agora veja outra situação em que a vendedora da Pro Matre Baby – a lojinha dentro do Hospital Por Matre em São Paulo – me cativou como cliente:

Eu fui escolher uma saída de maternidade para a minha filha e após separar a roupa que gostei, escolhi um spray de ambiente que eu gostei muito. Quando fui até o caixa pagar, a vendedora me cobrou apenas pela saída de maternidade, e quando questionei o preço, ela disse que me daria o spray de ambiente de graça, como brinde.

Olha, eu sei quanto custava esse spray e ele não era barato! Então ela me cativou fazendo uma entrega além do esperado – o chamado “Overdelivery” – e me fez ver VALOR na loja, e não mais comparar preços.

E na próxima vez que eu fui até aquele Hospital visitar uma amiga que havia tido bebê, a primeira coisa que pensei foi em passar na loja Pro Matre Baby para comprar a lembrancinha que eu daria ao recém-nascido!

Esse, é o poder que o Método SR tem na sua lista de clientes: Segmentando sua lista de clientes e prospectos corretamente, você tem o poder de sincronizar a sua comunicação e se conectar com seu cliente ou prospecto.

Essa conexão é o que vai fazer a diferença entre você concretizar uma venda ou não.

Leticia Metóki

 

Rules of Legal English

The Most Important Rules of Legal English.

Rule #1 Imersão Cultural

Uma das experiências mais empolgantes da minha vida foram os 30 dias que passei vivenciando experiências culturais em Barcelona. O que eu mais queria, meu principal objetivo na época, era aprender a tocar Flamenco no violão.

Como músico, acredito que certas noções não devem ficar na teoria; elas só podem ser realmente compreendidas através de uma experiência pessoal. Naquelas longas madrugadas, na companhia de músicos que viviam na cidade gótica, fui escutando, aprendendo, participando e adquirindo conhecimento.

Tive que estudar; aliás, estudei música a vida inteira, conhecer a técnica e a ciência por trás da cultura, mas nunca teria tocado com a mesma alegria ou com o mesmo sentimento se não tivesse vivido aqueles dias.

Aprender inglês é como aprender música pois é uma imersão cultural em inúmeros aspectos sensíveis dentro da experiência humana. Além disso, é um aprendizado que precisa de ritmo, sons, técnicas e movimentos.

Agora sobre o Inglês Jurídico.

Em uma outra imersão cultural, desta vez em Londres, pude participar de audiências, visitar as cortes e aprender aspectos culturais da sociedade inglesa que foram importantíssimos para o meu desenvolvimento profissional. O Inglês Jurídico, depois em minha extensa pesquisa, já no Brasil, foi se formando como algo lógico, algo que eu já havia compreendido através do meu contato com múltiplos elementos culturais.

É necessário morar no exterior para aprender inglês jurídico? Não, é claro que não. No entanto, estou aqui para aconselhar meus alunos e amigos a vivenciarem uma experiência impactante no exterior, voltada ao conhecimento.

Now in English!

Rule#2 Read Novels

Reading novels are a great part of English learning, and I promise that it will not be different when you start learning Legal English. I have recommended a great list of books, from famous authors, that have helped me to learn Legal English, and, especially, the American System.

Those famous American writers may also change your mind about how cool Legal English learning can be. I have found it awesome myself because of the pleasure of being surrounded by great literature and culture. Besides, it is an elite venture for people willing to be the best.

Please, mind the slide with some of the best novels that I have recommended so far.

John Grisham - The Street Lawyer
John Grisham - The King of Torts
Scott Turow - One L
Cliff Sloan and David McKean - The Great Decision
Franz Kafka - The Trial

There are many others, you can spend your lifetime reading John Grisham, for example, but I normally choose to read the best books from the best writers; it has been always great.

Never stop reading! Stopping to read could feel like stopping to write. It may have the same terrible effect. It is very important to become accustomed to the language. Have you ever asked about why many people just forget.

Well I believe that two Rules are good enough for a start. In the next videos, I will be disclosing some other amazing rules for Legal English. Please do not forget to like my video and subscribe to the Institute's channel.

Thank you so much for your time. Farewell.

Prof. Thiago Calmon

Advanced Grammar – Legal English!

Devo melhorar meu inglês para poder trabalhar com Contratos Internacionais?
É incrível ser necessário responder essa pergunta. Sim! O conteúdo referente a contratos é importantíssimo. Tanto na interpretação quanto na elaboração contratual. No entanto, como um profissional pode garantir conhecimento pleno da mensagem sem o entendimento completo gramatical do texto.
Assistindo a última temporada de SUITS, notei que o Senior Partner Luis deu uma enorme bronca em um de seus Associates porque ele utilizou um verbo cujo sentido estava errado no texto. Esse pequeno erro custou-lhe o processo.
Vamos deixar a ficção de lado e focar na realidade. Se erros em português já podem causar uma série de problemas em contratos locais, imagine erros em inglês em contratos internacionais, não seria esta uma possível causa de incontáveis problemas?
Exatamente por isso que eu me preocupei, desde que desenvolvi o Curso de Inglês Jurídico, em inserir um módulo preparatório no Curso. Um módulo puramente gramatical, inserido na linguagem jurídica, para preparar o profissional para o texto, para o trabalho, e para a correta aplicação da linguagem em qualquer esfera comunicativa.
Ser excelente é necessário e em tempos de crise, talvez, o mais importante diferencial!
Abraços a todos.
Prof. Thiago Gomes Calmon

The European Convention of Human Rights.

Caros amigos,

Bem vindo de volta a essa série de vídeos sobre temas importantes do inglês jurídico.

Primeiramente, gostaria de lembrar os Senhores de dar um like no video, e se inscrever em nosso canal!

O tema que abordaremos hoje é Convenção Européia de Direitos Humanos, que foi elaborada pelo Conselho da Europa, Council of Europe in English. Como já sabemos, a União Européia foi criada como uma resposta aos horrores da segunda guerra mundial, no entanto é uma organização que foi evoluindo através das décadas até ser o que é hoje. O Conselho da Europa é uma organização paralela a União Européia, criada para ser uma organização protetora dos direitos humanos. Além de definir direitos, a organização é sede da Corte Européia de Direitos Humanos. Toda essa atividade Supranacional foi criada para que jamais se repetisse o que havia recentemente acontecido, a morte de milhões e milhões e o total descaso pela vida humana.

Através da perspectiva única de quem vivenciou o trauma de uma guerra, fora elaborada uma carta de direitos universais entre os países da União Européia. O nome dessa carta "charter" in English is the European Convention of Human Rights.

Now in English

The European Convention of Human Rights can be found on the link bellow
http://www.echr.coe.int/Documents/Convention_ENG.pdf

And the Council of Europe in this next link.
http://www.coe.int/en/web/about-us/who-we-are

The section one of the charter has presented some very important fundamental rights. Let me list them for you!

Article 1 - Obligation to respect human rights
Article 2 - Right to life
Article 3 - Prohibition of torture
Article 4 - Prohibition of slavery and forced labour
Article 5 - Right to liberty and security
Article 6 - Right to a fair trial
Article 7 - No punishment without law
Article 8 - Right to respect for private and family life
Article 9 - Freedom of thought, conscience and religion
Article 10 - Freedom of expression
Article 11 - Freedom of assembly and association
Article 12 - Right to marry
Article 13 - Right to an effective remedy
Article 14 - Prohibition of discrimination
Article 15 - Derogation in time of emergency
Article 16 - Restriction on political activities of aliens
Article 17 - Prohibition of abuse of rights
Article 18 - Limitation on use of restrictions on rights

As you can see it has not been an easy task for the countries of Europe to maintain those and similar rights. Life tends to repeat itself if we do not do something about it. Teaching a little about Legal English now, I would like to point out a few of the terms.

An effective remedy is a legal action against any violation. The term remedy has already been used in our "Direito Constitucional" as a "Remédio Jurídico".

Derogation in time of emergency - To derogate from a law is to enact something which is contrary to it. And enact means "promulgar". In the case of a war or an emergency the countries of Europe will be allowed to act in a manner that has been prohibited under the charter. With some limitations according to the article.

And another word that I would like to mention here is the term "alien" - is a person that is not protected by this legislation. An alien is an outsider, someone from a jurisdiction that one does not have relations with, or a citizen from another country. A hard concept to internalize. I normally use the example of Tom Hanks, he was an enemy alien in the movie the terminal. Now, for sure, you know what I mean.

Thank you so much for your time. See you soon!

Prof. Thiago Gomes Calmon

DIREITO EMPRESARIAL – RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Vários são os aspectos da recuperação judicial, devemos identificar se deverá ser atendido pelo juiz que determinando a recuperação judicial ou a falência da empresa, vez que as empresas precisam ser recuperadas antes de ser decretada a falência, por causa das grandes crises em que estamos nos sujeitando nos dias de hoje. Devemos destacar a elaboração do plano de direção para a recuperação judicial. Recurso atual utilizado para a recuperação da empresa. Lei 11101/2005.

Aspectos gerais da recuperação judicial das empresas.

A crise empresarial é algo presente nas nossas empresas. Nas empresas brasileiras estão cada dia mais evidente em face das dificuldades de dar continuidade na prestação dos serviços e produtos.

A crise pode ser circunstancial. Alternativa encontrada para superar a crise. Fato natural que enfrenta o empresário podendo admitir novos sócios, conseguir um empréstimo bancário etc...

A crise pode ser estrutural. O produto que ele colocou no mercado está em crise e a empresa se tornou inviável. A resposta é o pedido de falência, quando o juiz decreta a sua quebra.

A empresa é viável e tem um bom produto no mercado, mas não consegue superar a crise. Ele apresenta uma solução, mas não consegue superar o problema. Ele está em atividade regular há mais de dois anos e deverá estar registrado na Junta Comercial.

O empresário gestor é aquele que tem a maior quota parte e precisa ter uma visão adequada a crise apresentada e responder prontamente para gerir a empresa. Não pode ser falido. Se falido, pode ser reabilitado no prazo de cinco anos.

E quando este empresário não consegue superar as crises de sua empresa e os credores são muitos, é o caso de pedir a recuperação judicial.

Art. 47 da Lei de Recuperação judicial segundo a Lei 11101/2005, superar a crise da empresa econômica e financeira. A recuperação judicial é um remédio judicial, tem que haver viabilidade para a recuperação da empresa. Preservando-se a atividade fim da empresa em função dos benefícios sociais e econômicos.

Principio da preservação da empresa se dá em face dos benefícios sociais e econômicos.

Na petição inicial o empresário fará o pedido de recuperação judicial através de seu advogado para o juiz da vara competente, que deverá analisar com o deferimento ou indeferimento do pedido da recuperação judicial.

A petição inicial deverá conter os documentos necessários para a propositura da ação, com balancetes contábeis e outros de formalização da empresa.

Com a decisão do juiz sobre a recuperação da empresa judicialmente, o advogado deverá pedir a suspensão de todos os processos que estão tramitando na Justiça contra a empresa.
Os devedores e credores poderão renegociar as suas dívidas.

A Lei protege os devedores ou os credores? A Lei protege a preservação em função dos benefícios sociais e econômicos, trazendo para a nossa lei o entendimento dos americanos.

Deverão ser alistados os credores cuja lista serão feitos administrativamente ou não. Caberá a um administrador judicial nomeado pelo juiz para auxilia-lo nas decisões e nas reclamações judiciais ou extrajudiciais.

Na segunda lista, serão feitas somente judicialmente, e o juiz deverá julgar analisando as necessidades de uma parte e da outra.
E ainda, um quadro geral para análise dos credores e um plano de recuperação que deverão ser publicados, principio da publicidade dos atos processuais.

Ainda tem ao final, a possibilidade de uma assembleia geral de credores, momento pontual da recuperação judicial da empresa.

Se o plano for aprovado, o juiz homologará o acordo.
Se o plano for rejeitado, o juiz decretará a falência da empresa.

Dra. Rosangela Gomes

HOW CAN YOU BE THE ONE?

The world globalized market brings to entrepreneurs many advantages like its recognition of their products or services. However, if a brand becomes very recognized or broadly known, but it is not registered, it will open a wide leeway for the malicious taking of the property. That is a path to massive investment loss and the owner will not be able to immediately stop the wrongdoing. To register a trademark is the most secure way to ensure safety to the property owner and prevent bad or improper use of it.

The registration identifies the brand on the market ocean and grants the owner the exclusive use and economic exploitation, preventing unfair competition. Every sign, except those prohibited by the law, used to identify the business, whatever it is, can be registered. It has brought safety and quality to a client. Otherwise, a bad use of the brand by third party may blacken it, undermining its value. That is why the biggest companies have their identities protected through registration. An entrepreneur must recognize the crucial importance of being a trademark owner which may be important for the future of his or her business, no matter how small it is.

Hence, as much you attach importance to the marketing campaigns that will bring you popularity, you must provide the registration that will grant exclusive use and secure the client’s safety for his goods and service quality.

 

Jacqueline Curvo Rondon
Advogada e Agente de Propriedade

Melhore sua argumentação com 3PHR

Começo esse post frisando que pouco entendo sobre a área jurídica, mas o que entendo bem é o que a minha profissão sempre me exigiu que eu tomasse cuidado: a comunicação.

E da forma que vejo, a comunicação move o mundo, gira dinheiro, quebra empresas e decide casos no tribunal.

A comunicação das partes faz com que surjam conversas e essas conversas em qualquer âmbito, devem saber persuadir o seu interlocutor a concordar com você, fazer o que você quer ou simplesmente ter a mesma opinião que você.

O poder de uma argumentação é tamanha, que existem inúmeros casos de tribunais onde “o que tem a razão” pode perder um caso pelo simples fato de não ter sabido argumentar, se comunicar corretamente e passar a sua mensagem da forma correta.

No marketing, chamamos isso de vender. E o que é vender, se não a arte de se comunicar de forme correta e eficaz, atingindo os gatilhos corretos na ordem perfeita para que haja tamanha harmonia de emoções, que o seu prospecto simplesmente compra de você.

Quando falamos do método 3PHR – que foi apenas um nome que dei a uma ordem correta de passos a serem seguidos para uma comunicação efetiva – falamos de persuasão em sua forma mais ampla.

O 3PHR consiste em:
3P (Prospecto, Público, Ponte)
H (História)
R (Ritmo)

Desde que somos pequenos, somos acostumados a ouvir histórias dos nossos pais. Não é de hoje que chegávamos em casa cabisbaixos por algo que havia acontecido na rua e nossos pais nos questionavam o porquê e, ao relatarmos o nosso caso, eles sentavam ao nosso lado e contavam uma história em que passaram por algo parecido, como eles se sentiram, e como eles saíram dessa.

Então quando você foca o seu argumento em uma história, o fato é que você cativa a atenção do seu público, o que me leva ao meu primeiro P.

O público dita a forma com a qual você se comunica, e é focado no público – e em mais ninguém – que os seus argumentos e forma de falar devem ser montados.
Quando você vai a uma reunião de família, você não costuma falar com seus avós da mesma forma que você fala com os seus primos, que também é diferente da forma que você fala com os seus clientes.

Então, use bem a comunicação e conecte-se com o seu público: o juiz, o júri, a oposição. Analise cada aspecto deles e comunique-se de forma que atinja esse público específico.

O público é tão importante quanto a mensagem em si.

O segundo P é relativo ao Prospecto, que é o seu cliente. Entenda a fundo o que o seu cliente quer, os “porquês” do seu cliente – geralmente utilizamos “3 porquês” para uma causa raiz, mas você pode utilizar os “5 porquês”, se entende que o seu prospecto precisa se aprofundar mais nos motivos dele.

E agora que você tem consciência de quem é o seu público, do que o seu prospecto quer e precisa – o motivo pela qual ele te contratou – você precisa fazer uma ponte entre eles, que é o meu terceiro P.

Essa ponte será feita através de uma história, que já mencionamos acima. Uma história que fará conexão entre os porquês do seu prospecto e o público que irá julgá-lo.

E para que essa história tenha o efeito esperado, é preciso haver ritmo, que é o significado do R.

O ritmo dita a regra de atenção do seu público, e ritmo e atenção são diretamente proporcionais. Ou seja, quanto melhor sua dicção e entonação e entusiasmo ao falar e quanto maior for a sua diferença de volume de voz de acordo com sua fala, maior é o nível de atenção do seu público.

Uma técnica muito utilizada também nas oratórias é o “loop”, onde você deixa o seu público na curiosidade e faz pausas dramáticas em determinadas frases de impacto.

Então, todo esse ritmo na história que vai fazer a ponte entre o seu prospecto e o seu público, pode ser a linha tênue entre você ganhar a atenção de todos e ganhar um caso ou ser apenas mais um argumento no meio da multidão, deixando o caso do seu cliente à mercê da sorte do dia.

Letícia Metoki

Why Common Law?

Caros amigos,

Estamos começando uma série de vídeos de dicas de inglês jurídico para todos os que praticam o nosso direito e deseja imergir profundamente em um conhecimento científico avançado.

Primeiramente, gostaria de deixar claro que aqui não ministrarei um Curso completo de inglês jurídico. Um Curso de Inglês Jurídico completo precisa de vários elementos e de professores que acompanhem o desenvolvimento do aluno. É assim que trabalhamos no Instituto de Inglês Jurídico. Nós cooperamos com o aluno e seu desenvolvimento como profissional competente para toda pesquisa e demanda jurídica em inglês.

Voltando a construção do nosso canal. Além dos vídeos que já produzimos anteriormente, muito focados em gramática, no intuito de dar suporte aos nossos alunos. Agora traremos informação jurídica internacional relevante ao contexto do Inglês Jurídico!

Os vídeos, serão bilingues, uma parte introdutória em português, também para sanar as dúvidas de todos os alunos, e uma parte em inglês destilando o conteúdo propriamente dito.

Espero que todos tenham momentos espetaculares nessa série produtiva e aguardo o feedback dos Senhores sobre o nosso canal!

Por favor, não deixe de se inscrever e de curtir nosso vídeo.

Let us start with some basic terminology for the understanding of Legal English. It has to start with England, it has to start with Common Law! Are you not amazed by the fact that we have different bodies of law around the world? As far as I can see, when we go to law school we imagine a bunch of codified material in front of us for extensive and exhaustive reading. It is true, off course, but not everywhere. When the Angles and the Saxons invaded the British islands back in the Middle Ages, they destroyed every remaining of the Roman Law. The just did not like it.

The old customary system, in which we can identify a ruler taking over the legislative process, having set his decision as a law for the following cases, we call Common Law. That is the system that those people liked and as opposed to what was happening in continental Europe, the Angles and the Saxons imposed their Customs over the British. In light of all of this, we have had Common Law in England and in every other English speaking jurisdiction since then.

That is just the beginning, stay tuned for more. Hugs for everyone!

Prof. Thiago Calmon

Should we kill our best friend when he or she criticizes our decisions?

In many countries, criticizing the government or its leaders is criminally punishable. What does the experience of Henry VIII teach about our Constitutional rights?

If we go back in history we should see many similarities between the Brazilian government's actions and the Tudor's actions regarding criticism. The historical landmark that we can set as the starting point of our discussion is the killing of Thomas More, best friend of Henry VIII, who was sentenced to death due to his position against the new Church of England.

Most of us know that until the modern era it was very common for a State to punish individuals by death - an easy answer to many crimes.

Society's view of this type of punishment was contradictory. People would oppose capital punishment only if they though it was unfair. It is important to emphasize that even nowadays there has been a great number of people that continue to believe that capital punishment must be the way to go for severe cases.

(fictional dialogue)

"But You are my best friend..."

"I know..."

"That is why I must kill you because your sole existence against my opinion I cannot endure..."

"In order to survive must I change my mind? How can I speak my mind if I do it without free will?"

"The problem, dear friend, is that, if you speak your mind, people will hear, and I will lose power."

"Power has won the battle against love..."

(end of the dialogue)

Brazilian Constitution has given us the world wide famous Freedom of Speech. Something that has been debatable nowadays because of the growth of a very violent society - due to a severe crises in our economy. Another fact in favor of the end of civil liberties is that our Constitution is very new. It was drafted in 1988; as a consequence, many people has not taken freedom itself as an everlasting right. Hence, the Constitution can be changed, our political system can be amended, our rights can be reconsidered.

I have looked for, and I have found people that love this nation and its future. We better not to kill our best friends. On the contrary, we should allow them to speak, talk to them, hear their voices, and consider their issues. The challenge among people has always been: Should we kill them for power?

Prof. Thiago Calmon

Director of Instituto de Inglês Jurídico Thiago Calmon

APROXIMAÇÕES ENTRE DIREITO E RELIGIÃO (PORTUGUESE AND ENGLISH VERSIONS)

APROXIMAÇÕES ENTRE DIREITO E RELIGIÃO (PORTUGUESE AND ENGLISH VERSIONS)

O fenômeno jurídico apresenta mais proximidades e semelhanças com o fenômeno religioso do que a pobreza que as principais vertentes teóricas atuais têm conseguido detectar; tanto no âmbito do direito quanto no âmbito da religião. Com efeito, ambos são experiências de regulação social e de solução de conflitos.

Tanto a decisão judicial de uma controvérsia quanto as experiências cristãs de perdão de ofensores, por exemplo, possuem semelhanças em suas estruturas e efeitos claramente regulatórios em suas perspectivas sociais.

Todavia, mais do que apenas semelhanças ritualísticas e discursivas, esses dois campos da experiência humana guardam entre si uma relação histórica de intersecções e permanências. A ancestralidade religiosa do conceito moderno de lei é visível e inegável. Do mesmo modo, a presença de rituais, recitações, cerimônias e vestimentas no mundo do judiciário em muito decorrem das liturgias cultuais. O direito, enfim, é um nítido tributário da religião. Assim, a compreensão da complexidade que caracteriza o fenômeno jurídico reclama, em seu âmago, a compreensão das relações e estruturas do fenômeno jurídico. Mais do que isso, é preciso enxergar o direito através das lentes do discurso religioso.

Nesse sentido, as categorias da ciência das religiões revelam importantes contributos para a tarefa, uma vez que, em vez de entenderem os elementos sagrados como meros conceitos e instituições a serem estudados, consideram, ainda que para fins de estudo, as forças divinas como reais e concretas no seio das comunidades que vivenciam tais experiências. Em outras palavras, a ciência das religiões entende as figuras dos deuses não como algo a ser hermeticamente analisado a partir de conceitos teórico-filosóficos, mas antes como uma presença real e sentida no seio da comunidade religiosa, buscando compreender de que maneira se dá a relação entre essa presença e aqueles que a veneram. O sagrado, entendido como conceito, assume uma outra dimensão interpretativa, resultante não do olhar de um intérprete externo, mas sim do interior da própria experiência religiosa.

APPROACHES BETWEEN LAW AND RELIGION

The legal phenomenon has presented more similarities to the religious phenomenon than the resulting simplicity that has been found under the current theories; both in the scope of the law as in the scope of the religion. In fact, law and religion are means of social regulation and conflict resolution.

The rulings in response to an offense and the Christian experience of redemption, e.g., have presented similarities under their structure and effects that are quite aimed to regulate social interactions.

However, more than just ritualistic and discursive similarities, these two fields of human experience have a historical relationship of intersections and permanences. The religious ancestry of the modern concept of law has been undeniable. Likewise, rituals, recitations, ceremonies, and garments in the world of the justice system were influenced by cultic liturgies. The law has been a tributary of religion. Thus, the understanding of the complexity that defines the legal phenomenon demands, in its core, the understanding of the relations and structures of the legal phenomenon. More than that, it is important to emphasize the analyzes of the law through the lens of religious discourse.

In this sense, the categories of the science of religions reveal important contributions to the task, because, instead of understanding the sacred elements as mere concepts and institutions to be studied, they have considered, the divine forces as real and concrete within the communities that go through these experiences. In other words, the science of religions understands the figures of the gods not as something to be hermetically analyzed from theoretical and philosophical concepts, but rather as a real presence, felt within the religious community, seeking to understand the relationship between this presence and those who venerate it. The sacred, understood as a concept, assumes another interpretative dimension, resulting not from the eyes of an external interpreter, but from the interior of the very religious experience.

Dr. Caetano Correa

What does the term “Bill” mean?

On September 25, 1789, The American Bill of Rights was drafted by Congress and transmitted to the state Legislatures twelve proposed amendments to the Constitution. Numbers three through twelve were adopted by the States, making the Bill of Rights a very famous document through history!

Thomas Jefferson who argued: "A bill of rights is what the people are entitled to against every government on earth, general or particular, and what no just government should refuse, or rest on inference."

The American Bill of Rights, inspired by Jefferson and drafted by James Madison, was adopted, and in 1791 the Constitution's first ten amendments became the law of the land.

The United States Bill of Rights plays a central role in American law and government, and remains a fundamental symbol of the freedoms and culture of the nation. One of the original fourteen copies of the U.S. Bill of Rights is on public display at the National Archives in Washington, D.C.

Contrary to what many believe, the term “Bill” is not only defined as an amount of money owed for goods supplied or services rendered set out in a printed or written statement of charges, or an invoice that one of your suppliers will give you, that which, sooner or later, you will have to pay. It has another meaning, that is as important as this one - Bill: “Draft document before it is made into law / a draft of a proposed law presented to parliament for discussion.”

Summarizing, a bill is proposed legislation under consideration by a legislature. A bill does not become law until it is enacted by congress or parliament and, in most cases, signed by the executive. Once a bill been enacted into law, it is called an Act or a Statute.

In case you missed it, some big bills were introduced in 2017 in the USA, with the entrance of Donald Trump and the new government, some polemics about the major bills that were introduced arose, among them the two main are the “Fairness for High-Skilled Immigrants act of 2017” and the “American Health Care Act of 2017.”

Have you heard about the proposals included in those Bills?

It is important to research to find out!

The next step is to wait for approvals. And if they are approved, they will become law. We must have a critical sense about every bill, and hope that those responsible for voting will be wise in choosing what is best for the people.

Prof. Hanna Lelis

Managing Director