O Medo do Leão

Poderia ser um conto ou uma fábula para crianças mas no fundo é a mais cristalina verdade: seja pessoa física ou pessoa jurídica, ambas têm medo leão! Nosso sistema tributário é complexo e em comparação a outras funcionalidades públicas a mais eficaz.

Pagamos tributos todos os dias - seja na luz, no eletrodoméstico novo, na herança recebida, sobre nosso imóvel ou carro, sempre tem um tributo. Se for empresa, essa lista aumenta, e é tão grande que o sistema brasileiro criou o Simples Nacional que unifica a cobrança de 8 (oito) impostos em uma única guia (entretanto isso não significa simplicidade e rápido entendimento, são mais de 5 tabelas, com mais de 20 parágrafos cada...).

E diante desse cenário é impossível não ficar com medo: uma complexidade de tributos, regras, isenções, imunidades e interpretações que, se discordadas do Fisco, implicam em multa, sonegação e até processo criminal. Mas devemos nos lembrar que só temos medo do desconhecido e por isso devemos estar aliados com profissionais que possam nos ajudar e buscar caminhos para evitar problema com o leão.

Por isso, ao buscar esses profissionais você pode ter um planejamento tributário adequado, possibilitando identificar erros fiscais e reduzir chances de autuação. Além disso, é possível reduzir a carga tributária, afinal, será esclarecido o que realmente deve ser pago, colaborando na redução de custos com os mais diversos tributos (impostos, taxas e contribuições). Apesar do medo não se esqueça: é apenas um leão, não um bicho de sete-cabeças!

 

Dra. Samanta Calegari

 

O novo normal – The new normal.

Prazos processuais e trabalhos suspensos, home office, aviões parados, ruas vazias, fronteiras fechadas e vídeo conferências a todo vapor.

Tivemos de nos adaptar a uma nova realidade do dia para a noite. E quem disse que não podemos ver o lado bom de um cenário ruim? Mais tempo para se dedicar a família, ausência do deslocamento ao trabalho e a desmistificação do mundo online. O mundo material deixa de ganhar força abrindo caminhos para a simplicidade e praticidade.

O Covid-19 entrou para os livros de história. Uma pandemia mundial que veio para nos ensinar e mostrar tantas coisas. Está tudo bem não ser tão produtivo assim. Está tudo bem não se exercitar como gostaria. Não se compare, o ato da comparação é destrutivo. Viva a cada dia dentro das suas limitações e com a consciência de que não há mal que dure para sempre e que tudo isso irá passar.

O mundo está pesado demais. Portanto, tire proveito da situação para realizar tarefas que em tempos normais fazem parte da sua lista e, geralmente, não conseguem ser executadas.

Invista em você. Leia bons livros, estude, aprenda uma língua nova, medite, experimente novas receitas, ligue para um amigo que faz tempo que não conversa, e, acima de tudo, esteja presente na vida de quem realmente importa. Cuide dos seus!

Enquanto estivermos vivos, muito provavelmente não vivenciaremos algo assim novamente. A força do pensamento é o que nos move. Viva o agora, mesmo que não do jeito que gostaria. Tudo isso vai passar, pode acreditar.

Dra. Laura Lindroth de Paiva

The New Normal

Procedural deadlines and works suspended, home office, cancelled flights, empty streets, closed borders and a great number of video conferences.

We had to adapt our lives to a new reality from day to night. Who has told us that we can't look at a good picture in a bad landscape? We have more time to dedicate to our family, we don't neet to commute to work, and we are demystifying the online world.

 

The material world has ceased to gain strength by opening paths to simplicity and a practical life.

 

Covid-19 has become history. It is a worldwide pandemic that came to teach us and show us a great number of things. It's okay not to be as productive, it's okay not to exercise as much as you would like, don’t compare yourself.

The act of comparison is destructive. It is important to live each day within your limitations and together with the awareness that there is no evil will last forever and that all of these things are going to pass.

The world is too difficult. So, take advantage of the situation to perform tasks that have been normally on your list and usually fail to be performed.

Invest in yourself, read good books, study, learn a new language, meditate, try new recipes, call a friend to whom you haven't talked to in a while, and above everything, be present in the lives of those who really matter. Take good care of your people!

As long as we are alive, most likely we will not experience something like that again. The power of thought is what drives us. Live now, even if it is not the way you would like to live. All of this things will pass, believe me.

 

 

Tentar é melhor que parar.

O medo de mudança é inerente nas pessoas. No entanto, estamos vivendo em um mundo globalizado, onde a informação é rápida e o advento da tecnologia concretiza a lei de Moore, em que, a cada dois anos o processamento ou capacidade de processamento dobra, e mesmo assim não conseguimos mudar ou melhor, nos adaptar tão fácil. Parece assustador, e talvez o clássico Quem mexeu no meu queijo? (Spencer Johnson) não seja suficiente para fazer com que as pessoas gostem de mudanças.

Darwin, também disse que não são os mais fortes que sobrevivem, mas àqueles que se adaptam. Então por que esse medo? Por que é tão difícil conseguir mudar, nos adaptar e ser versátil nas diversas situações que acontecem? Viver durante um período de pandemia parecia distante e apenas faziam parte dos livros de História – e hoje estamos todos passando nesse turbilhão de informações (ou desinformações) tentando encontrar formas de viver.

E adivinha logo o que estamos fazendo (quer queira ou não)? Nos adaptar à realidade! Estamos buscando maneiras para alocar nossos compromissos, empregos, educação e tantas outras coisas na nossa casa. E por isso, agora seja o momento ideal para analisar a nossa volta, aprender com as essas dificuldades, repensar nossas prioridades e encontrar soluções – nos reinventar.

Logo, se o mundo está virtual, que tal dar uma chance para esse meio? Encontrar soluções nas plataformas virtuais pode ser uma saída. Conseguir manter nossos negócios, educação, compras e as mais diversas atividades pela web. É uma forma. E antes de dizer que você não se encaixa, por favor, dê uma chance.

Mesmo que o mundo virtual não seja tão afetivo quanto a presença física, e que nada supera uma conversa pessoalmente, podemos manter essas relações/negócios e ainda, de contrapartida vamos aprender a dar valor ao físico e ao presente. Afinal, tentar é melhor que ficar parado!

Dra. Samanta Calegari

Trying is better than stopping.

The fear of change is intrinsic for people. However, we are living in a globalized world; where the information is fast and the increase of technologies materialize the Moore’s Law that each two years the processing or the capacity of processing doubles, and we still are not able to change, or better, to adapt. Sounds frightening and maybe the classic Who moved my cheese? (Spencer Johnson) is not sufficient to make people like changes.

Darwin also said that is not the strongest survive, but who adapts. Then, why this fear? Why is it so difficult to be able to change, to adapt and be flexible in several situations that happens? Live during a pandemic period seems like so far away and just be part/belong from History books. And, we are all passing this whirlwind of information (or disinformation) trying to find a way to live.

And guess what are we doing now (whether you want to or not)? Adapting to the new reality! We are searching for ways to allocate our commitments, jobs, education and many other things in our home. That is why, now is the ideal time to analyze our surroundings, learn from these difficulties, rethink our priorities and find solutions - to reinvent ourselves.

Therefore, if the world is virtual, how about giving a chance to this way? Find solutions on digital platforms can be an exit. To be able to keep our business, education, shopping, and the most diverse activities on the web. It is a way. In addition, before you say that is not to you, please, try it.

Even if the virtual world is not as affective as the physical presence, and that nothing beats a conversation personally, we can maintain these relationships / business and, in return, we will learn to value the physical and the present. After all, trying is better than standing still!

 

Legal English Nights.

Caros amigos,

O Instituto de Inglês Jurídico e o Prof. Thiago Gomes Calmon apresentam uma oportunidade única para o desenvolvimento da linguagem jurídica internacional. O Curso - Legal English Nights.

Acreditamos que muitos de vocês não tem tempo para estudar durante o dia devido ao trabalho ou outras atividades; por isto, liberamos um horário alternativo para a formação de uma nova Turma de Inglês Jurídico.

Esta Turma terá aulas as terças e quintas-feiras das 21:30 às 22:30 da noite. O valor da mensalidade será o mesmo de sempre, protegendo economicamente nossos alunos nesse período de pandemia.

Mas daremos descontos de 20% para todos os Nossos Parceiros, verifique no link se é associado a qualquer um deles!

Vejam abaixo mais detalhes sobre a turma:

Carga Horária - 70 horas-aula

Ementa: The British Judicial System - The Practice of Law - Company Law - Contract Law - Civil Procedure - Criminal Law - Compliance - Sales of Goods - Intellectual Property - Writing Techniques.

Horário: Todas as terças e quintas-feiras das 21:30 às 22:30

Máximo de 10 alunos na turma!

Data de Início: 19 de maio de 2020.

Mensalidade: 302 reais (20% off para associados aos Parceiros do Instituto)

Saiba mais sobre o Prof. Thiago Gomes Calmon em:

Institucional e Diretoria

Conheça mais sobre o Inglês Jurídico no Link abaixo:

Sobre o inglês jurídico

E o que nossos alunos falam sobre o Curso:

Recomendações

Para fazer sua inscrição, use o formulário abaixo:

Após o preenchimento e envio dos dados entraremos em Contato. Bem vindos ao Instituto de Inglês Jurídico.

Contratos: eles merecem sua atenção!

O mundo parou diante do Covid-19. Mas as relações contratuais não. O nosso cotidiano está cheio de relações contratuais seja consumerista, cíveis ou trabalhistas. O pacto sunt servanda está sendo difícil de ser cumprido nesse momento.

Afinal, vários pactos foram firmados numa circunstância e agora manter esses sem violar a contratualidade será difícil para os próximos meses. Estimasse que a economia já retraiu 80% e isso afetará diretamente as relações contratuais – desde contratos de trabalhos tão quanto o contrato anual da academia.

No Brasil, os governantes tentam diminuir os impactos, mas nem todas as medidas serão eficazes. Somos um país continental com diferentes atividades econômicas e costumes nas regiões do país e, acredito, que uma norma não será efetiva ao ponto de sanar todas essas peculiaridades.

Logo, pode surgir a seguinte pergunta: então como lidar com esses contratos? E no meu ponto de vista, apenas as partes sabem de suas necessidades e só elas são capazes de resolver de uma forma que ambas poderão ser beneficiadas – enfim, negocie!

Busque nesse momento soluções alternativas, analise o problema e encontre respostas que possam ajudar os dois lados. Lembre-se que você pode estar isolado, mas não é o único nessa situação. Assim, você pode continuar cumprindo suas obrigações e manter a economia. Negociar é a palavra-chave.

Contracts: they need your attention

The world stopped in front of Covid-19. However, contractual relations do not. Our daily life is full of contractual relationships, whether consumer, civil or labor. The sunt servanda pact is being difficult to fulfill at this time.

After all, several agreements have been executed in one circumstance and now keeping these without violating the contracts will be difficult for the coming months. The estimate is that the economy has already shrunk 80% and this will directly affect contractual relationships - from employment contracts to the gym's annual contract.

In Brazil, government officials have tried to reduce the impacts, but not all measures will be effective. We are a continental country with different economic activities and customs in the regions of the country and, I believe, that a standard will not be effective to the point of solving all these peculiarities.

Therefore, the following question may arise: how do we deal with these contracts? And, in my view, only the parties know about their needs and only they are able to resolve in a way that both can benefit - in short, negotiate!

At this point, look for alternative solutions, analyze the problem and find answers that can help both sides. Remember that you may be isolated, but you are not the only one in this situation. Thus, you can continue to fulfill your obligations and keep the economy running. Negotiation is the new keyword.

Dra. Samanta Calegari

Mudança

A change is as good as a Holiday” foi o ditado citado por uma grande amiga Sul-Africana que tentava me consolar enquanto ouvia minhas queixas sobre transformações no ambiente de trabalho.

Bom, certamente, eu adoro férias. Nenhuma dúvida acerca disto. Mudanças? Daí eu já não sei. Na verdade, sei sim: eu as odeio. Profundamente. Afinal, o que se pode esperar de uma virginiana que adora ter controle sobre absolutamente tudo e encontra paz e alegria na previsibilidade?

Entretanto, pensando na analogia entre o conceito de “mudança” e o tão desejado momento de folga, passei a refletir um pouco mais sobre o assunto e lembrei de um filme a que assisti recentemente chamado “O quarto de Jack” (“Room”).

A trama é sobre uma mulher (Joy) que é feita refém por muitos anos, passando a viver trancafiada em um quarto, sujeita a todo tipo de abuso que se possa imaginar. Molestada, inclusive, sexualmente, ele engravida do agressor e tem um filho lindo chamado Jack. No intuito de poupá-lo de maior sofrimento emocional, Joy transforma esse quarto, que, em verdade, era seu cárcere, num ambiente lúdico (acreditem!), enfeitando-o com desenhos feitos por Jack. O vazio e austeridade do ambiente é preenchido com muito amor e histórias contadas para embalar o sono daquela criança, que enxerga ali um abrigo seguro e feliz.

Num determinado dia, eis que surge uma raríssima janela de oportunidade na vida de Jack: fugir enrolado num tapete em um caminhão. Para assegurar-se do sucesso da empreitada, Jack treinou, repetidas vezes, a manobra de manter-se estático, dentro do tapete, respirando suavemente, de modo a passar desapercebido. É claro que tudo podia dar errado. Qualquer imprevisto e o plano iria por água abaixo. Mas o garotinho se mostrou extremamente corajoso, mesmo em circunstâncias tão adversas.

O aspecto que mais me tocou neste filme foi o momento em que o plano foi posto em ação (a partir de agora, aviso que haverá spoiler). Nesta hora, Jack titubeou por alguns instantes. Não porque temia que o plano desse errado (o que seria, acredito, o receito de qualquer um), mas, precisamente, porque iria sentir saudade do quarto. Afinal, sob a sua perspectiva, aquele era um ambiente seguro e conhecido. Já o mundo lá fora? O que esperar? E aqui fica claro para nós, espectadores, como o medo pode realmente embotar nossa noção do “bom” e do “ruim”.

Ao final, o filme deixa antever os problemas psicológicos enfrentados por Jack após a libertação, o que, de fato, é bem compreensível. Todavia, o drama possui um tom esperançoso, ao menos esse foi o meu sentimento. E percebi que o medo da mudança pode ser extremamente traiçoeiro. É incrível como somos capazes de nos agarrar com unhas e dentes a uma situação claramente desfavorável apenas por temer sair de nossa zona de conforto.

Realmente, acho que minha amiga tem razão: a mudança pode ser tão bem-vinda quanto umas boas férias. Afinal, a mudança é uma oportunidade para recomeçar e perceber que o status quo talvez seja, em verdade, um cárcere, que nos priva de viver experiências fantásticas. Que tenhamos a mesma coragem e obstinação de Jack!

 

Change

A change is as good as a holiday” was the saying quoted by a great South African friend who tried to comfort me while listening to my complaints about changes in the workplace.

Well, certainly, I love holidays. No doubt about that. Changes? Regarding this, I am not so sure. Actually, I do know: I hate them. Profoundly. After all, what could be expected when it comes to a Virgo who loves to have control over absolutely everything and finds peace and happiness in predictability? 

However, thinking of the analogy between the concept of “change” and the much desired leisure time, I started to ponder a little bit more about the subject. At that point, a movie that I watched recently popped up in my mind.

The movie, called “Room”, tells the story of a woman (Joy) who is held hostage for many years and starts living locked up in a room. She suffers all kinds of mistreat that could be imagined. Abused, even sexually, Joy becomes pregnant by the assaulter and has a lovely baby called Jack. In order to save him from greater emotional suffering, Joy transforms this room, which, in reality, was her prison, into a lively environment. She decorates the space with drawings made by Jack and manages to fill the emptiness and austerity of the place with so much love and stories that are told to lull her child to sleep. As a result, Jack sees a safe and happy shelter in that environment.

On a certain day, a very rare window of opportunity appears in Jack´s life: the possibility of escape wrapped in a rug inside a truck. To ensure the success of the undertaking, Jack trains himself, repeatedly, on how to remain static, inside the carpet, breathing softly, in order to not be noticed. Of course, everything could go wrong. Anything unforeseen and the plan would go down the drain. But the little boy proves to be extremely brave, even in such adverse circumstances.

What moved me the most was the moment when the plan was put into action (spoiler alert). At that time, Jack hesitates for a while. Not because he was afraid the plan would fail (a very natural feeling, I guess), but, precisely, because he would miss that room. After all, in his perspective, that place was a safe and familiar environment. What about the world outside? What could he expect? At this point, it becomes clear for us, the audience, how fear can really bewilder our notion of “good” and “bad”.

In the end, the movie allows us to foresee the psychological problems that Jack will face after his release, which is quite understandable, given the circumstances. Nonetheless, the plot has a hopeful tone, at least that was my feeling. And I realized that the fear of change can be extremely deceitful. It is incredible how we are able to cling tooth and nail to a clearly unfavourable situation just for the simple reason of being afraid to step out of our comfort zone.

All in all, I believe my friend is right: change can be as welcome as a holiday. Ultimately, change is an opportunity to start over and perceive that the status quo may actually be a prison that deprives us of having amazing experiences. May we have the same courage and obstinacy as Jack!

 

Dra. Ara Cárita Mascarenhas

Juíza da 7ª Vara Federal/PE

Curso: Novas Técnicas de Escrita Jurídica

Novas Técnicas de Escrita Jurídica propõe uma nova maneira de praticar o direito.

Obtenha agora mesmo o Curso: Novas Técnicas de Escrita Jurídica e receba o livro impresso do autor em sua casa.

O livro e o Curso Novas Técnicas de Escrita Jurídica se apresenta como um divisor de águas na literatura jurídica brasileira. Ele objetiva desenvolver no leitor competências e técnicas, inspiradas no pragmatismo inglês, para o melhor desenvolvimento das peças jurídicas.

Na contramão da desordem que se verifica no Brasil, o direito anglo-saxão já começou a mudar pelo movimento Plain English. Seu objetivo é transformar a linguagem jurídica em sua eficiência, desenvolvendo uma escrita compreensível, prática, persuasiva e dinâmica.

CLIQUE NO LINK  - https://hotm.art/tecnicasdeescritajuridica

PROFESSORES PARTICIPANTES

 

Dr. Artur Vinícius Zimmermann Fontes

Prof. e Tradutora Hanna Lelis

Professora e Diretora Cristina Ruby

Dra. Elise Gerech

Dr. Israel Matos de Souza Lima

Clique no Banner (imagem) abaixo sobre o Curso e saiba mais sobre o desenvolvimento do Curso Técnicas de Escrita Jurídica e o que trouxemos para você.

 

Leia o início do Livro que estará disposto na íntegra no Curso no PDF abaixo:

http://Primeiras Páginas do Livro: Novas Técnicas de Escrita Jurídica

 

Aguardo todos vocês lá!

Prof. Thiago Gomes Calmon

A má fama da escrita jurídica.

Essa história não é baseada em fatos reais. É de fato uma passagem do que aconteceu comigo no início de janeiro, precisamente no recesso forense.  
Conversando com um conhecido, ele de exatas, eu de humanas, falando sobre nossas atuais profissões chegamos no seguinte diálogo: 
- Vocês (advogados) m muita palavra técnica né? 
- Sim... pensei comigo “como explicar que o juiz é incompetente?!”. 
São palavras bem especificas do próprio curso.  
Eis que surge a seguinte colocação: 
- Pois é, vocês enrolam demais, ficam colocando um monte de palavra para aumentar o texto... como que fala isso? 
- O que????? Como assim?  fiquei indignada. 
- Sim, vocês usam aqueles termos técnicos  pra aumentar texto, como se fala isso?
Eu parei por um instante para entender o que ele queria falar. Estava indignada por ele falar isso e não estava entendendo onde ele queria chegar. 
Mas aí, apareceu a seguinte palavra: juridiquês!  
Tudo bem; eu entendi o que ele queria falar e porque ele estava falando isso. 
E não pude julgar, afinal, quantos advogados ainda têm esse bito? 
Usam tantos termos arcaicos, parágrafos longos e expressões em latim - o que poderia ser resumido em apenas algumas linhas, de forma direta e objetiva.
Ocorre que esse tipo de escrita não cabe mais na nossa realidade. E não estamos falando em reduzir contratos e torna-los menores em relação ao conteúdo que são essenciais, mas a forma como é escrito. 
É preciso entender que os contratos, normalmente, são direcionados a pessoas leigas que  querem terem a relação pré-estabelecida formalizada  apenas isso! 
Em contrapartida, surgem iniciativas de romper esse modelo. E uma delas, sem sombra de dúvidas, é o livro de Novas Técnicas de Escrita Jurídica, do professor Thiago Calmon. 
O que foi um alívio: logo após esse diálogo, em poucos dias, chegou no escritório esse livro e assim ofereceu um argumento contra a essa (má) fama da escrita jurídica  proporcionando escritas práticas e dinâmicas. 

Dra. Samanta Calegari

 

 

 

Curso de Inglês Jurídico: Company Law and Contracts

O Instituto de Inglês Jurídico apresenta pelo segundo ano consecutivo o Curso de Inglês Jurídico: Company Law com o Prof. Thiago Gomes Calmon. Dessa vez com ênfase no Direito Contratual e na elaboração de Contratos Internacionais.

Durante todo o Curso será apresentada a linguagem do Legal and Business English relativa aos temas mais importantes do Direito Empresarial. Além das discussões e debates sobre os sistemas dos EUA e da Inglaterra comparados com o Brasil.

As aulas serão "ao vivo", como se fosse um Curso presencial, todas segundas-feiras das 08 às 10 horas.

Cada aluno no conforto de sua casa ou escritório!

As chamadas serão via videoconferência através do APP Zoom Client for Meetings e as aulas são gravadas e dispostas online; desta forma, para os participantes revisarem a matéria ou assistirem aulas em caso de falta.

Ementa

General Legal English - The Practice of Law
Prática Jurídica Internacional - The Practice of Law
Direito Empresarial - Company Formation
Direito Empresarial - Capitalization AND COMPLIANCE
Contract Law: Contract Formation
Contract Law: Sales of Goods
Contract Law: Export Contracts
Direito Empresarial - Mergers and Acquisitions
Direito Empresarial - Bankrupcy/Insolvency Law

Professor: Thiago Gomes Calmon

 

 

  • Livro - Novas Técnicas de Escrita Jurídica - ISBN: 978-85-65782-53-1 - 2020
  • Professor de Inglês Jurídico da AJUFE - Associação dos Juízes Federais do Brasil. - 2019 - 2020
  • Professor da UNOESC - Universidade do Oeste Catarinense - Curso de Inglês Jurídico - 2018-2019
  • Professor de Inglês Jurídico e Contratos Internacionais na Escola da AGU - 2018 - 2019.
  • Professor de Inglês Jurídico da Universidade Católica de SC - 2016-2019.
  • Professor de Inglês Jurídico da ESMESC - Escola da Magistratura de Santa Catarina - 2015-2019.
  • Professor e autor do Curso de Inglês Jurídico - International Contracts em parceria com o Instituto de Direito Contemporâneo - IDC - 2016 - 2020.

Data de Início: 09 de Março de 2020

Nível de Inglês Mínimo: Intermediário (O aluno deve estar apto a se comunicar e interpretar textos em inglês)

Horário das aulas: Todas segundas-feiras das 8 às 10 da manhã.

Duração: 10 meses.

Carga Horária: 80 horas/aula.

Investimento: 10 parcelas de R$ 302,00

Para se inscrever preencha o formulário abaixo!

 

 

PROMOÇÃO

 

 

 

 

 

Por que e para que um NDA?

Com advento de novas tecnologias, a consolidação de um mundo plano, globalizado, competitivo e sempre em busca de diferenciais, é uma missão proteger seu produto e, consequentemente, seu negócio.

Por isso, o NDA (Non-Disclosure Agreement) tornou-se tão usual entre colaboradores, investidores, fornecedores ou franqueados. O NDA nada mais é que um acordo de não divulgação ou termo de confidencialidade, que se destina as partes que desejam manter informações de forma confidencial e se protegerem de uma divulgação indesejada ou ainda um acesso a informações para serem copiadas.

Normalmente nesses contratos é importante esclarecer quais são as informações confidenciais, quais pessoas terão acesso, as responsabilidades por essas informações, o tempo de vigência do sigilo das informações e as sanções em caso de descumprimento desses deveres.

Assim, o NDA serve para prevenir divulgações de dados indesejados e que afetariam substancialmente o empreendimento. Em um mundo onde as informações que são a alma do negócio, busquem essa segurança, converse com o seu advogado e tenha o NDA como um aliado a fim de proteger seu negócio.

Dra. Samanta Calegari

 

Why and for what a NDA?

With the increase of new technologies, the consolation of a leveled world, globalization, competition, and always looking for differential, it is a mission to secure the products and, consequently, the business.

Therefore, the NDA (Non-Disclosure Agreement) became too usual between employees, investors, suppliers, or franchisees. The NDA is just an agreement for non-disclosure or a confidentiality agreement that is intended for the parties that would like to keep some information confidential and safe for one undesirable disclosure or even an access of information to be copied.

For example, imagine the Company X, that developed a new product and to produce this product, it needs to contract Supplier Y to do one part of the product. Consequently, Company X needs to review the design, images, and essential information so that Supplier Y can deliver what is needed to manufacture the newly developed product. Thus, for the negotiation to be possible and to protect the product developed, in this case, for Company X, the execution of an NDA between the parties is essential.

Usually in these contracts, it is important to clarify which confidential information, which persons will have access, the responsibilities for such information, and the duration of the confidentiality of the information and the sanctions for non-compliance with these duties.

Thus, the NDA serves to prevent unwanted data disclosure that would substantially affect the venture. In a world where information that is the soul of the business seeks this security, talk to your lawyer and have the NDA as an ally to protect your business.

 

 

 

 

International Contracts – 2020 – Morning Advanced Group.

Caríssimos,

Estamos de volta com Nossa Turma de Contratos Internacionais "ao vivo" via Zoom Cloud Meetings.

Carro chefe do Instituto de Inglês Jurídico, o Curso é focado na Interpretação e Elaboração de Cláusulas Contratuais. Ou seja, ideal para atuais e futuros advogados internacionais.

Aguardo sua inscrição junto aos melhores!

Abraços,

Prof. Thiago Gomes Calmon

 

horário: 08 - 10 am
dia da semana: quarta-feira
nível de inglês: avançado
Taxa de Matrícula: R$ 50,00
Mensalidade: R$ 302,00
Data de Início: 05/02/2020

 

Professor Thiago Gomes Calmon

Experiência Profissional Principal

  • Publicado pela Editora Alteridade de Curitiba: Livro - Novas Técnicas de Escrita Jurídica - ISBN: 978-85-65782-53-1 - 2020
  • Professor de Inglês Jurídico da AJUFE - Associação dos Juízes Federais do Brasil. - 2019 - 2020
  • Professor da UNOESC - Universidade do Oeste Catarinense - Curso de Inglês Jurídico - 2018-2019
  • Professor de Inglês Jurídico e Contratos Internacionais na Escola da AGU - 2018.
  • Professor de Inglês Jurídico da Universidade Católica de SC - 2016 - 2019.
  • Professor de Inglês Jurídico da ESMESC - Escola da Magistratura de Santa Catarina - 2015 - 2019.
  • Professor de Inglês Jurídico do  Escritório Blasi & Valduga em Florianópolis - 2018.
  • Professor de Técnicas de Escrita Jurídica do Escritório Julio Muller Advogados em Florianópolis - 2018.
  • Professor e autor do Curso de Inglês Jurídico - International Contracts do Instituto de Direito Contemporâneo - IDC - 2016 - 2019.

Veja mais de sua formação em:

Institucional e Diretoria

Veja as recomendações do Curso de Inglês Jurídico e do Curso de Contratos Internacionais abaixo:

Recomendações

Preencha o formulário abaixo para se inscrever:

 

PROMOÇÃO

 

O que a Coca-Cola tem para nos ensinar na época de natal?

No fim do mês de novembro, a caravana da Coca-Cola passou pela minha cidade, cidade do interior do Rio Grande do Sul, e simplesmente encantou! Muitos que assistiram o evento falaram que sentiram a “magia do Natal” e que parecia que o urso polar, tão típico da marca, fosse entregar uma garrafinha linda de Coca-Cola gelada para beber.

Provavelmente nesse instante, mesmo não sendo um apreciador da bebida, você consegue lembrar dos comerciais de TV da marca, e todos aqueles elementos em vermelho, uma linda ceia de Natal e um Papai Noel sorridente, certo?

Desde sua criação, há mais de 130 anos atrás, mantém sua marca como a quinta mais valiosa do mundo, totalizando o valor de R$ 63.3 bilhões de dólares, segundo o ranking da Interbrand de 2019. Preste atenção, esse montante é apenas o valor da marca – valor de um bem incorpóreo.

É claro que as ações de marketing da Coca-Cola são sensacionais, há um posicionamento da marca e não suficiente há conteúdo – afinal cada vez que vemos um comercial, vemos uma história, nos emocionamos, há interação com o público, o que faz que nós nos sentimos parte desse momento.

Mas, e se a Coca-Cola não tivesse protegido sua marca? Afinal, é decorrente da marca, do uso das cores, de um conjunto-imagem específico que essa conquistou nossa atenção. Mas, se ela não tivesse criado todo esse branding, será que ela possuiria toda essa imponência?

Não há dúvidas que proteger sua marca é essencial para você se diferenciar no mercado, conquistar território e expandir seu negócio. Lembre-se disso em 2020, coloque essa meta e busque a proteção da sua marca, independente qual seja seu negócio.

Bom, por fim, me resta desejar apenas uma coisa: um Feliz Natal, com toda a aquela magia dos comerciais da Coca-Cola, e um 2020 repleto de realizações e sucesso como essa marca!

Dra. Samanta Calegari

 

What does Coke have to teach us on Christmas?

At the end of November, the Coke convoy passed in my city, a country city in Rio Grande do Sul, and simply impressed everyone! Lots of people that watched the event told me that they felt the “Magic of Christmas” and it seems like the polar bear would be handing over a beautiful little cold Coke bottle for everyone to drink.

Probably at this moment, even though you are not the drink lover, you could remember the brand's TV commercials, and all those red elements, a beautiful Christmas dinner and a smiling Santa Claus, right?

Since its inception, over 130 years ago, it has maintained its brand as the fifth most valuable in the world, totalizing $ 63.3 billion, according to the Interbrand ranking of 2019. Please note this amount is just the value of the brand - value of an intangible good.

Of course, Coke's marketing actions are sensational, there is brand positioning and not enough content - after all every time we see a commercial, we see a story, we get emotional, there is interaction with the audience, which makes us feel as part of that moment.

Nevertheless, what would happen if had Coke not protected its brand? After all, it is due to the brand, the use of colors, and a specific trade dress that it has captured our attention. However, if they had not created all this branding, would they have all that grandeur? We do not have the right answers, but one thing I can guarantee: your business name is worth a lot and not registering your brand can cost you the entire identity of your business.

There is no doubt that protecting your brand is essential for you to differentiate yourself in the market, conquer territory and expand your business. Remember that by 2020, set that goal and seek brand protection no matter what your business is.

Well, finally, I can only hope for one thing: Merry Christmas, with all the magic of Coke commercials, and a 2020 full of achievements and success like that brand!

 

 

 

Novas Técnicas de Escrita Jurídica – Livro – Lançamento

O Prof. Thiago Gomes Calmon e a Editora Alteridade apresentam o livro Novas Técnicas de Escrita Jurídica:

Uma nova maneira de praticar o direito.

O livro Novas Técnicas de Escrita Jurídica se apresenta como um divisor de águas na literatura jurídica brasileira. Ele objetiva desenvolver no leitor competências e técnicas, inspiradas no pragmatismo inglês, para o melhor desenvolvimento das peças jurídicas.

A escrita jurídica requer otimização e desenvolvimento, não apenas para nos tornarmos melhores escritores, mas para revolucionar a linguagem jurídica brasileira. Afinal, há ainda atualmente muitos textos exagerados no “juridiquês”, repletos de argumentos de autoridade, e construídos a partir de uma linguagem arcaica e complexa.

Na contramão da desordem que se verifica no Brasil, o direito anglo-saxão já começou a mudar pelo movimento Plain English. Seu objetivo é transformar a linguagem jurídica em sua eficiência, desenvolvendo uma escrita compreensível, prática, persuasiva e dinâmica.

Nos Estados Unidos, os best sellers jurídicos estão relacionados a técnicas de escrita jurídica. Os juristas americanos entraram em consenso: a escrita é o tema mais importante do Direito. É por ela que se convence; que se vence.

Esses best sellers, suas ideias, o movimento Anglo-Saxão em prol da otimização da escrita jurídica e outros pontos fundamentais à escrita e à argumentação são os pilares centrais desta obra, que ambiciona ser o livro de bolso do jurista brasileiro. É realmente necessário modificar o nosso pensamento e formar bons escritores.

Leia o início do livro clicando aqui:

Primeiras Páginas do Livro Novas Técnicas de Escrita Jurídica

Já DISPONÍVEL!

Livro: Novas Técnicas de Escrita Jurídica
Autor: Thiago Gomes Calmon
Editora: Alteridade Editora
Edição: 2020
ISBN: 978-85-65782-53-1
Páginas: 136
Formato: 14x19 - Impresso

Preço do Livro: R$ 43,90

Para efetuar sua compra clique no link abaixo e tenha uma excelente leitura:




The Constitutional Framework of the American Judicial System

The American Judicial System is well known through movies and TV shows. Many of its famous aspects, such as the so-called Miranda Rights (among them, the right to remain silent), the importance of a jury trial, cross examinations and depositions during a discovery procedure, the use of the death penalty by lethal injection (a controversial topic still applied in many US states), the importance of judicial precedents and the stare decisis (part of the so called “common law system”) are well-known to moviegoers and TV audiences worldwide, including those in Brazil, to a point that many believe certain aspects of the Brazilian Judicial are similar to the US system, which of course are not.  For instance, jury trials in Brazil are vastly different from the US and only used in willful crimes against life – Article 5th, Section XXXVIII, letter d, of the 1988 Brazilian Federal Constitution.

One of the main aspects of the American/US Judicial System is the importance of its Constitution. The United States (US) Constitution defines the main aspects of the American legal framework and is one of the most enduring Constitutions in the world. The US Constitution, which established the first Federation in modern history, the United States of America, has succeeded the so called Articles of Confederations (drafted in 1777, enacted in 1781), which had established a confederation of former British colonies for the purpose of uniting against the British Crown and declaring their Independence (originally Thirteen British Colonies, later turned into states).

The current US Constitution was adopted at the Constitutional Convention, which took place from May 25, to September 17, 1787, in Philadelphia, the nation’s first capital, having delegates from the previous 13 Colonies, who helped it on its drafting and conception. Among them, we can cite James Madison, of Virginia; Benjamin Franklin, of Pennsylvania, and Alexander Hamilton, of New York.

The US Constitution, which was ratified in 1789 by all the thirteen new states, should not be confused with the US Declaration of Independence, which is from 1776 and had the direct participation of Thomas Jefferson (who, by the time of the Philadelphia Constitutional Convention, was serving in France and could not participate directly in the drafting of the 1787 US Constitution).

It is a very concise Constitution in its essence, with seven articles and twenty-seven amendments (the 1988 Brazilian Constitution, for comparison, has 250 articles and over 100 amendments). Out of the 27 amendments, 10 are part of the so called “Bill of Rights’ and were enacted in 1791. Among them, one can cite freedom of expression, freedom of religion and freedom of the press (First Amendment); the right to bear arms (Second Amendment); the right against unlawful searches and seizures (Fourth Amendment); the right against self-incrimination (Fifth Amendment); the right to a jury trial (Sixth Amendment), among others.

Originally, those constitutional provisions would only be applied on a federal level, nevertheless, some Supreme Court rulings made them applicable on a state level. Those decisions have affirmed that the 14th Amendment, which is applicable to states, has absorbed parts of the Bill of Rights through its due process clause (starting with Gitlow vs. New York, 1925).

The separation of powers within the Constitution is established from articles 1st to 3rd of that document. Article 1st on the Legislative Power, article 2nd on the Executive Power, and article 3rd, on the Judicial Power.

Regarding article 3rd, the Judicial Power, on a federal level (since the US Constitution deals with federal courts), establishes in Section I that “[t]he judicial Power of the United States, shall be vested in one supreme Court, and in such inferior Courts as the Congress may from time to time ordain and establish. The Judges, both of the supreme and inferior Courts, shall hold their Offices during good Behavior, and shall, at stated Times, receive for their Services, a Compensation, which shall not be diminished during their Continuance in Office”.

One can set from such clause that: a) the Supreme Court is the highest court in the land; b) first degree courts (known as “district courts”) and appellate federal courts (known as “circuit courts”, comprising of more than one and state/or region – e.g. Puerto Rico’s cases fall under the helm of the First Circuit, comprising several northern states, such as Massachusetts and Maine). They are established by the Judiciary Act of 1789 and later improved by Federal Courts Improvement Act of 1982. First degree judges are called district judges, and appellate court judges are known as justices (such as US Supreme Court Justice). State local and appellate courts are set by State Constitutions and state laws.

Also, it is interesting to highlight that judges and justices in the US are appointed for life, not leaving before death, retirement or impeachment (good behavior), having similar guarantees as Brazilian members of the Judiciary – life tenure, irremovability and irreducibility of compensation (article 95, 1988 Brazilian Federal Constitution). Federal judges are appointed by the US President and state judges are appointed by the States Governors. Elected judges are not a common practice any longer and is applied in very few states.

One interesting aspect of US Constitutional Law is the powers vested in US Congress for the enactment of federal law and the residual powers enacted in states for the enactment of state law. In a nutshell, the US Congress has: a) enumerated, or express powers (Article 1st, Section 8, of the US Constitution and, b) implied powers, as those powers exercised by Congress that are not expressly granted to it by the Constitution, but are deemed, “necessary and proper” for effectively exercising its “enumerated” powers (also known as the “elastic clause”, set in Article 1st, Section 8, of the US Constitution). Implied powers are a controversial topic by US legal scholars and has been accepted by a couple precedents of the US Supreme Court (see McCulloch v. Maryland (1819)).

Congress has other powers set in Article III, Section; Article IV, Section 3, of the US Constitution, as well within the Thirteen, Fourteen and Fifteen Amendments of the US Constitution (post-Civil War’s Reconstruction Amendments), which gave Congress authority to enact legislation to enforce rights of all citizens regardless of race, including voting rights, due process, and equal protection under the law (also known as delegated powers).

Regarding state rights and state powers vs. federal powers and Congressional Authority, they are highly important under an US Constitutional Law perspective, particularly given the so-called “commerce clause” (Article I, Section 8, Clause 3, US Constitution), the topic shall be dealt in future material, given its complexity.

The so-called “Supremacy Clause” establishes that the Constitution, as well as federal laws made pursuant to it, and treaties made under its authority, constitute the “supreme Law of the Land”, and thus take priority over any conflicting state laws (Article VI, Clause 2, of the US Constitution). The judicial implication of the “Supremacy Clause”, under state laws and State Constitutions, shall be seen in future material.

 

Dr. Olavo Franco Caiuby Bernardes

  • Advogado formado pela PUC/SP, em 2009 (admissão na OAB em 2010).
  •  Mestre/LLM em Direito Internacional (US and Transnational Law) pela Universidade de Miami (2011).

Partial Sources:

NEDZEL, Nadia E. Legal Reasoning, Research, and Writing for International Graduate Students, Second Edition, Wolters Kluwer.

NOLFI, Edward A. Legal Terminology Explained, McGraw-Hill Higher Education.

STONE, Geoffrey R. et al., Constitutional Law, Sixth Edition, Aspen Publishers.

FEDERAL JUDICIAL CENTER – FJC. Federal Judicial History. Available at: <https://www.fjc.gov/history/home.nsf/page/landmark_22.html>.

LEGAL DICTIONARY. Delegated Powers. Available at: <https://legaldictionary.net/delegated-powers/>.

LONGLEY, Robert. The Implied Powers of Congress. ThoughtCo – Available at: <https://www.thoughtco.com/implied-powers-of-congress-4111399>.

 

 

Uma atualidade brasileira já superada nos EUA

Apesar da legislação brasileira sobre recuperação judicial ser relativamente nova (Lei 11.101/2005) e ter sido inspirada na legislação americana, só agora o debate tornou-se caloroso em relação a possibilidade da concessão do instituto para o produtor rural. 

Nesse cenário, muitas são as inseguranças geradas, desde econômicas como jurídicas, além do impacto para o produtor rural. Afinal, a lei atual não disciplina e nem prevê essa modalidade de recuperação judicial, principalmente ao pequeno produtor rural, onde o procedimento pode se tornar custoso. 

Assim, enquanto no Brasil discutimos a concessão ou não ao benefício da recuperação judicial ao produtor rural, nos EUA há um capítulo inteiro destinado apenas para o agricultor e pescador familiar (U.S. Bankruptcy Code – Chapter 12)! 

Nesse capítulo, apesar de ser similar à recuperação judicial do Capítulo 13 (prevista para negócios em geral), esse prevê uma flexibilidade maior ao pagamento do plano, visto que, respeita a sazonalidade da atividade, onde o plano para o pagamento pode variar de três a cinco anos, dependendo da situação. 

Além disso, o limite da dívida é maior para a categoria, sendo aplicado aqueles que possuem rendimento regular anual, onde suas dívidas devem ser 50% provenientes da atividade para o agricultor e 80% do pescador – visto que beneficia toda a família ou parcerias que existam na operação. 

Vale lembrar que o Capítulo 12 foi a última forma de reorganização promulgada nos EUA, em 1986. Foi especialmente criada para combater as condições econômicas que estavam estrangulando as pequenas operações agrícolas e de pesca, criando um instituto menos complexo e mais barato.

Assim, podemos perceber a necessidade de uma legislação específica que observa as peculiaridades da atividade, onde cria um mecanismo legal capaz e efetivo para ajudar, principalmente, aos pequenos produtores que passam por um momento de dificuldade. Enfim, nos resta ficar no aguardo dos próximos capítulos desse debate!

Dica: Caso queira saber mais sobre a Lei de Falência/Reorganização nos EUA, faça parte do curso de Company Law do Instituto de Inglês Jurídico Thiago Calmon e fique por dentro de todos os termos e o funcionamento dessa lei!  

Dra. Samanta Calegari

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Some news from Brazil already outdated in the USA

Although Brazilian legislation on judicial reorganization is relatively new (Law 11.101 / 2005) and was inspired by U.S. law, only now the debate has become heated about the possibility of granting the entitlement to farmers.

In this background, there are many insecurities generated, from economic to legal; in addition, the impact on farmers. After all, current law does not discipline and does not provide for this type of judicial reorganization; especially for small farmers, where the procedure can become too expensive.

Therefore, while in Brazil we are discussing whether to grant the benefit of judicial reorganization to farmers, in the U.S. there is an entire chapter intended only for the family farmer and fisherman (U.S. Bankruptcy Code - Chapter 12)!

In this chapter, although similar to the judicial reorganization of Chapter 13 (provided for general business), it provides for greater flexibility in the payment of the plan, as it respects the seasonality of the activity, where the payment plan may vary from three to five years, depending on the situation.

In addition, the debt limit is higher for this category, being those with regular annual income, where their debts should be 50% from the activity to the farmer and 80% from the fisherman - as it benefits the whole family or partnerships that exist in the operation.

Remember that Chapter 12 was the last form of reorganization enacted in the United States in 1986. It was especially designed to combat the economic conditions that were strangling small farming and fishing operations by creating a less complex and cheaper institute.

Thus, we can realize the need for specific legislation that observes the peculiarities of the activity, where it creates a capable and effective legal mechanism to help, especially, small farmers who could be going through a difficult time. Anyway, we are only waiting for the next chapters of this debate!

Tip: If you want to know more about US Bankruptcy / Reorganization Law, take part in the Thiago Calmon Institute of Legal English Company Law course and stay on top of all the terms and operation of this law!

Curso de Inglês como Segunda Língua. Aprenda do 0 com a Prime.

Você gostaria de vivenciar experiências acadêmicas fora do Brasil? Gostaria que o seu trabalho refletisse internacionalmente? Quer participar de Eventos Internacionais mas até hoje não conseguiu aprender inglês?

Acredite, esse problema é mais comum do que imagina. Porém, não desanime, preparamos algo para resolver isso de uma vez!

O Instituto de Inglês Jurídico em parceria com a Prime Language School apresenta uma oportunidade única para quem deseja aprender inglês do zero e mudar completamente sua vida acadêmica e profissional.

Assista o vídeo do Prof. Gláucio Campos abaixo e conheça a metodologia que fará toda a diferença!

Leia o texto abaixo sobre a metodologia do Curso.
Muitos ainda resistem ao aprendizado dessa língua. 

Seja por antipatia aos americanos ou ingleses ou pela própria língua. Por definir outras prioridades ou por pura preguiça mesmo. Ainda têm aqueles que se passam por sabidos dizendo que “não precisamos aprender o inglês, afinal não sabemos nem o português direito” e ainda há aqueles que até digam “onde moro não preciso de inglês, vou aprender pra quê?”. 

Mas de uma coisa sabemos, o nosso futuro profissional é determinado pelas aparentemente insignificantes variáveis da nossa formação, e estas serão aspectos determinantes para quando formos selecionados pelas melhores oportunidades, que resultaram no sucesso e satisfação para com todo o esforço que foi empreendido ao buscarmos o controle e domínio do idioma.

Sabendo disso, apresento-lhes nosso curso de Inglês InstrumentalSPL Só Para Leitura em inglês.  

Interessados em cursar o mestrado ou doutorado, ou quer seja para ingressar no mercado ou conquistar uma promoção de trabalho, este curso possibilitará o domínio mais rápido e eficaz das habilidades de ler e escrever em inglês, sem ajuda de tradutor ou dicionário apenas por você mesmo, estudando somente 1 (um) livro. 

Inglês instrumental, __ sim precisamos dele e então vamos a ele:

A informação é uma ferramenta de trabalho importante e o conhecimento de outro idioma, em especial o inglês, se tornou fundamental para o acesso a informações das mais diversificadas.

Embora exista uma boa quantidade de material para pesquisa em português, não há como negar que a disponibilidade é muito maior na língua inglesa. Trabalhos acadêmicos, mesmo os produzidos por profissionais que não têm o inglês como língua materna, são muitas vezes escritos ou vertidos posteriormente para o inglês, para que o trabalho alcance um público maior. Não há como negar que o inglês, mesmo sendo para fins de leitura ou escrita, é de grande importância para o enriquecimento desses trabalhos, aqueles produzidos com citações em artigos de língua estrangeira são mais apreciados e têm um valor maior para avaliações.

Na admissão ao mestrado e alguns cargos públicos o inglês é matéria obrigatória e eliminatória, além de cada vez mais estar sendo cobrado nas empresas como fator decisivo na avaliação de currículos e na contratação profissional. Em boa parte desses casos não é exigida a comunicação verbal, mas sim a capacidade de ler e compreender perfeitamente textos acadêmicos ou manuais de trabalho. Eventualmente também é exigida a capacidade de escrever em inglês, para comunicação no trabalho ou para redação de pequenos textos, como no caso da admissão ao doutorado. Os cursos de inglês, mesmo os que se propõem a ser de curta duração, levam tempo demais para passar aos alunos essas informações, já que eles também têm a finalidade e a ordem superior de reter os alunos para mantê-los numa etapa de conversação em inglês, algo que requer muito mais tempo do que esta nossa proposta.

Nosso curso de SPL tem duração máxima de 70 (setenta) horas/aula, no valor de 12 parcelas de R$302,50 (trezentos e dois reais e centavos), e material didático R$391,60 à vista ou parcelado em até 12x.

Este curso é porta de entrada para alunos novatos, que ainda estejam inseguros, ou seja, sem confiança do seu controle e domínio do inglês. Porque lhe garantirá uma base gramatical excelente de nível intermediário, proporcionando o desejado domínio e controle do inglês para com os desafios do seu dia-a-dia. Sendo assim o aluno que concluir o curso de SPL ingressará no curso da prática linguística, ou seja, o de conversação, estando assim melhor preparado, portanto confiante do seu domínio linguístico, sendo capaz de ler e entender todos os 3 livros desta nova etapa o Adults Prime Edition.

Aulas "Ao Vivo" Online através de Video-conferências no Zoom Cloud Meetings.

As aulas acontecerão todas as segundas-feiras das 20 às 21:30.

Todas as aulas também serão gravadas e podem ser assistidas depois. 100% online.

Mensalidade: R$ 302,50 (12 parcelas)

Material: R$ 391,60 (pagamento único ou em 12x sem juros)

Taxa de Matrícula: R$ 25 reais

Turma de no máximo 10 alunos!

 

Professor: Gláucio Campos de Oliveira

  • Julho/2001-2008 Diretor e Professor na Number One Idiomas em Caratinga-MG
  • 2009 - Coordenador CCAA em Inhapim-MG
  • Since 2010 - International Certifications Applier TOEIC and TOEFL ITP.
  • 2009-2015 - Diretor e Professor na Wizard em Caratinga-MG
  • 2015 até hoje – Diretor e Professor da PRIME LANGUAGE SCHOOL em Timóteo.

 

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PROMOÇÃO

CPC 2015 – Curso Online de Atualização – o Novo Processo Civil!

Atualize-se sobre todas as mudanças trazidas pelo Novo Código de Processo Civil com a ajuda de um corpo docente altamente qualificado e fortemente reconhecido na área jurídica.

O Curso sobre o Novo CPC conta com os melhores processualistas do país. Muitos deles integrantes das comissões de elaboração do Novo Código.

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Advocacia 4.0

 

A advocacia está mudando gradativamente. Principalmente sua forma de atuação. Litigar não é mais o objetivo – e sim prevenir, consultar, contingenciar riscos e criar meios alternativos de resolução de conflitos. Assim será o advogado do futuro. Desse modo, o advogado passará a ser um data finder e um solver problem. 

Para que isso aconteça, o advogado terá uma atuação mais próxima do cliente e esse processo deverá ser lastreado pela confiança, principalmente na advocacia corporativa: onde envolve vários elementos e cada decisão tem um impactos e consequências diferentes. 

Por essa razão, a comunicação é elemento essencial para que o advogado consiga entender a visão e os objetivos do cliente, criando soluções práticas e efetivas para a empresa, onde as partes conseguem maximizar os resultados e diminuir os custos de transações. É nesse mesmo sentido que a primeira regra da ABA (American Bar Association) estabelece entre o relacionamento cliente-advogado: 

Client-Lawyer Relationship
[1]  Reasonable communication between the lawyer and the client is necessary for the client effectively to participate in the representation.

O advogado participativo e proativo poderá ajudar o cliente a encontrar a decisão mais sábia, sempre através do diálogo e em busca dos mesmos objetivos, esse passa a ser um verdadeiro conselheiro de confiança.

Dra. Samanta Calegari

Ao procurar seu advogado, veja quais são suas necessidades, as referências e experiências do profissional, mas acima disso, tenha confiança nesse profissional – só assim existirá interação/simbiose perfeita para que esse entenda a dinâmica da sua empresa para prevenir problemas e, se caso acontecerem, possa encontrar as melhores soluções.

Centro do Rio de Janeiro.

ENGLISH VERSION

Legal Practice 4.0

The Legal Practice has gradually been changing. Mainly it is because of the way lawyers have practiced the law. Litigation is not the goal anymore - the target is to prevent, consult, calculate risks and create alternative means of dispute resolution. This is the way to go for the legal practice of the future. This will turn any lawyer into a data finder and a problem solver.

For this to happen, the lawyer must act closer to the client for the process to be backed by trust, especially in corporate law, which has involved several elements and each decision has had a different impact and consequence.

For this reason, communication is an essential element for the lawyer to understand the client's vision and goals, creating practical and effective solutions for the company where parties can maximize results and lower transaction costs. It is in this same sense that the first rule of the ABA (American Bar Association) establishes between client-lawyer relationship:

Client-Lawyer Relationship
[1] Reasonable communication between the lawyer and the client is necessary for the client to effectively participate in the representation.

The proactive and participative lawyer must help the client find the wisest decision, always by way of a dialogue and in pursuit of the same goal; indeed,  he or she will become a real trusted advisor.

When you are looking for a lawyer, see what your needs are, references and professional experience; although, above everything, have confidence in that professional - only then there will be a perfect interaction / symbiosis to understand your company's dynamics to prevent problems and if any happened, the lawyer might be able to find the best solution!

Dra. Samanta Calegari

Cursos EAD – Educação a Distância.

Veja abaixo os Cursos EAD, clique nos banners para conhecer mais sobre cada um.

Os Cursos EAD são 100% online, gravados, os alunos poderão desenvolver suas competências técnicas em diversas áreas do Inglês Jurídico e do Direito.

O Instituto de Inglês Jurídico é produtor de Cursos EAD e parceiro das mais importantes escolas do setor como a ESMAFE/PR - Escola da Magistratura Federal do Paraná e o IDC - Instituto de Direito Contemporâneo.

O livro e o Curso Novas Técnicas de Escrita Jurídica se apresenta como um divisor de águas na literatura jurídica brasileira. Ele objetiva desenvolver no leitor competências e técnicas, inspiradas no pragmatismo inglês, para o melhor desenvolvimento das peças jurídicas.

Na contramão da desordem que se verifica no Brasil, o direito anglo-saxão já começou a mudar pelo movimento Plain English. Seu objetivo é transformar a linguagem jurídica em sua eficiência, desenvolvendo uma escrita compreensível, prática, persuasiva e dinâmica.

Curso Produzido Pelo Instituto de Inglês Jurídico em Parceria com o IDC.
Curso de Inglês Jurídico: EAD - International Contracts!
UMA DAS MAIORES MUDANÇAS DO DIREITO BRASILEIRO FOI O NOVO CPC 2015. CONVOCAMOS TODOS OS JURISTAS PARA UMA ATUALIZAÇÃO JUNTO AOS MAIORES PROCESSUALISTAS DO BRASIL.

 

PARA QUEM PRECISA DE ALGO MAIS RÁPIDO E MAIS DIRETO, O INSTITUTO DE DIREITO CONTEMPORÂNEO TAMBÉM PROMOVE UM CURSO PRÁTICO SOMENTE EM RECURSOS CÍVEIS.

 

A BOLA DA VEZ É O DIREITO DESPORTIVO - AREA DO DIREITO QUE MAIS CRESCE NO BRASIL - TAMBÉM PROMOVEMOS EM PARCERIA COM O IDC UM CURSO ESPECIALIZADO PARA TODOS QUE DESEJAM ATUAR NA ÁREA.

 

Aguardem novidades. O Instituto de Inglês Jurídico Thiago Calmon English almeja alcançar o status de referência em educação jurídica no Brasil, através da inserção dos seus alunos no mercado internacional do direito.

"Acreditamos que através da educação profissional de ponta podemos mudar vidas, transformar realidades e desenvolver o nosso país como ator relevante no cenário internacional."

Prof. Thiago Gomes Calmon

 

TERMINOLOGIA DAS TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS INTERNACIONAIS COMO INSTRUMENTO DOS ADVOGADOS PARA SE DESTACAR NO MERCADO CONTEMPORÂNEO.

Por Israel Matos de Souza Lima - Advogado Imobiliário

Trabalhar com o Direito e transações imobiliárias demanda dos agentes muitos conhecimentos e comprometimento na representação dos interesses daqueles que nos contrataram. Para nós, advogados imobiliários, temos uma grande responsabilidade para com nossos clientes, visto que somos nós que temos a palavra final a respeito da segurança jurídica de um negócio imobiliário, que é obtida após a Due Diligence. Ao sermos procurados por nossos clientes buscando segurança, eles nos tornam vetores da transação, sem a qual, a depender de nosso posicionamento e conclusão, nosso cliente pode vir a desistir da possível negociação. 

Com a assessoria jurídica especializada de um profissional capacitado é possível evitar-se grandes prejuízos, tanto para quem vende como para adquire. A sociedade tem entendido a importância da atuação de um profissional nas transações imobiliária, enxergando que a prevenção também faz parte do investimento.

Fundamental é que o profissional busque sempre se capacitar e se especializar para sobreviver ao mercado de trabalho que já é muito concorrido. Agora, se algum profissional busca se destacar no mercado, e não simplesmente sobreviver, é necessário que se explore áreas não exploradas ou pouco exploradas. 

Existe um mercado pouco explorado, não por falta de demanda, mas sim por falta de profissionais capacitados para os mesmos, que são o dos investidores estrangeiros ou estrangeiros residentes no país, estes que também como qualquer um seja pessoa física ou jurídica, busca segurança para seus negócios. Não é raro situações onde os estrangeiros contratam advogados para acompanhá-los numa negociação, para elaboração de “Lease agreement”, até mesmo a intermediação com consultoria jurídica para uma situação de “purchase of house”.

Não é difícil entender, a importância da atuação de um advogado capacitado nos negócios imobiliários, ainda mais se envolverem transações e contratos internacionais. Os clientes buscam um profissional que o entregue a segurança necessária na hora de concretizar a transação. Em uma transação internacional, como por exemplo, o simples fato de seu cliente conseguir se comunicar com você podendo esclarecer qualquer dúvida a respeito do contrato, sem intermediários e intérpretes, já o proporciona certa segurança, pois tem-se a certeza de que o profissional estará ali para, sobretudo, representar os interesses daquele que o contratou.

Dominar a linguagem das transações imobiliárias internacionais, bem como a terminologia contratual é imprescindível para aqueles que desejam deixar sua marca e se destacar. Um profissional capacitado com conhecimento do Inglês Jurídico, notadamente Real Property Law, deixa de ser um mero concorrente dos demais colegas, pois alcança um nicho de clientes que pouquíssimos conseguem alcançar, além de é claro tornar-se um prestador de serviços também aos demais colegas concorrentes, visto que com esse conhecimento especializado certamente quando precisarem, irão lhe procurar.

Diante disso, busque ser este profissional, um advogado capacitado para lidar com negócios imobiliários nacionais e internacionais. Dê o primeiro passo e inscreva-se no Workshop online que ocorrerá dia 29 de outubro de 2019 de 19 a 21horas com o tema Inglês Jurídico e Direito Imobiliário – Real Property Law do Instituto de Inglês Jurídico – Thiago Calmon English.

Inscrições através do link <https://www.sympla.com.br/workshop-de-direito-imobiliario---real-property-law---instituto-de-ingles-juridico__671728>