The Enemy of Writing

 

The Smartphone has been a very efficient tool for many types of work and communication.

 

Although we have had to ponder about its efficiency regarding bringing real knowledge to an entire generation. It is easy to notice the lack of interest for the quality of writing, for the construction of good texts, and for the use of a more extensive vocabulary.

 

Reading has become something quick. Something to be done in a minute. Actually, many have chosen to watch videos instead of reading because it is so easy… The quality of the image is so vivid! The best we can do is to think that many are different, people are no fools!

 

What can we do to take advantage of the new technologies and do not interfere with the people's ability of writing?

 

Writing is something that we must like, that we must be in love with. Writing is sending a message, a powerful message. To become a great writer, we must go back to reading books, taking online courses and taking advantage of the applications for reading. In addition, we must study, it is important to emphasize that knowing continues to be the greatest differential in our society.

 

At the IIJTC we have worked hard to provide courses that will make your writing better. Both in English and in Portuguese, expecting to turn the game around and make our nation powerful again!

 

Thank you for reading,

Prof. Thiago Gomes Calmon

Novo CPC – Segurança Jurídica – Recursos.

As mudanças do Novo Código de Processo Civil, ainda tão criticadas, apresentam inovações que nos dão a tão necessária segurança jurídica.

 

Podemos destacar quanto a impetração de recursos junto ao segundo grau, por exemplo. Quando entramos com o recurso no segundo grau temos necessariamente que juntar as pecas do referido recurso no prazo de três dias, no primeiro grau. Assim o juiz a quo toma conhecimento do recurso impetrado por uma das partes contra uma decisão naquele processo. Para tanto, deverá o juiz rever a sua decisão ou mantê-la e ainda, aguardar a decisão de segundo grau quanto ao recurso, ou seja, decisão do relator e/ ou da turma em julgamento de segundo grau.

 

No caso de o recurso ser apreciado a matéria pela turma e que no julgamento decide que o recurso é procedente, deverá o juiz de primeiro grau modificar a sua decisão primeira. O juiz de primeiro grau tem a oportunidade de rever a sua decisão e modificá-la, antes da apreciação do segundo grau.

 

Quando o processo ocorre contra autoridade, em casos específicos, recebe uma turma especial para apreciação em segredo de justiça.

 

Dra. Rosangela Gomes

Advogada

A relação cliente e advogado por intermédio de um processo de comunicação.

 

A comunicação representa um processo complexo, no qual envolve não somente o emissor e o receptor, como também uma série de elementos que fazem parte dessa interface, dentre elas, código, meio, dentre outros. E quando essa não procede, ocorrem os ruídos, que seria a ineficácia de uma mensagem transmitida, que pode ocorrer em diversos contextos, principalmente na área jurídica.

 

Desde o ingresso na universidade, os alunos que almejam se tornarem advogados, aprendem, por intermédio de seus professores, que a linguagem jurídica seria a única a ser utilizada, esquecendo do estudo do Português propriamente dito. É por meio da redação jurídica que o profissional terá o poder de convencimento, mas se ele não a traz como algo essencial para o seu trabalho, pode vir a se tornar um profissional limitado, e, muitas das vezes, devido a falta de clareza, perder o cliente, já que a relação cliente e advogado é primordial. É o que move o mundo jurídico.

 

Escrever com essa juridicidade toda, à princípio, segundo o pensamento de um advogado, significa o desejo de que os clientes, juízes, depositem total confiança naquele profissional. Pensando em um contexto processual, sim, pois quando escreve um processo, uma peça, é necessário que haja esse tipo de linguajar. Essa linguagem popularmente conhecida seria o “juridiquês”, já que ela possui uma linguagem técnica e específica, no qual somente profissionais ligados a área é que geralmente a compreendem.

 

A problemática está em uma questão social, em quem desconhece esse linguajar, no caso os indivíduos que estão fora do ambiente jurídico, os clientes.  Mais do que produzir uma peça, o profissional deve entender a importância de que o seu cliente entenda o que será defendido ou refutado. Não seria dizer que se deve eliminar essa linguagem, mas criar um bom senso em utiliza-la, tentando explicar os termos, utilizando-os com mais clareza e objetividade. Falar em prática processual seria dizer que essa seria a única linguagem que poderia ser utilizada, mas pensar na prática jurídica envolve muito mais do que processos, seria o entendimento frente a termos desconhecidos, o que torna incompreensível a relação cliente e advogado. Um exemplo seria de um cliente, no caso um grande empresário no ramo alimentício, que contratou um advogado para defendê-lo de acusações, mas que acabou perdendo na justiça por não ter entendido o conteúdo que o advogado escreveu, pois pensou que eram termos técnicos e por isso ele não tinha a necessidade de entender.

 

Conclusão. Ele perdeu a causa devido à falta de clareza e comunicação de um advogado. Problemas assim como desse empresário ocorrem todos os dias. Pensar em que linguagem o cliente entenderia, à princípio, parece algo desafiador, mas não é, depende o quão voltado ao cliente o profissional estará. Assim, teremos profissionais mais voltados ao social, ampliando a visão e vendo que no mundo diário do Direito há muito mais do que processos.

 

Prof. Romena Costa

Linguagem Jurídica

TENSES AND ASPECTS

Dear students of English,

 

I would like to open a session with some theory developed by my students regarding English Tenses and Aspects.

 

Opening up, my dear student Daiana Targão, posting a PDF file with some theory and examples! Check it out! I will be great for research!

Prof. Hanna Lelis will give you some guidance!

VERB TENSES IN ENGLISH

 

Best Regards,

 

Thiago Calmon

Crenças e Possibilidades!

Todo grande sucesso está relacionado à capacidade de ação. Saber o que precisa ser feito é uma parte importante do processo de construção de um objetivo de vida ou carreira, mas é somente através da ação que são produzidos resultados. Nossas ações são apoiadas em sistemas de crenças pessoais, o que significa dizer que aquilo em que acreditamos pode determinar o que somos ou não capazes de realizar. Crenças, portanto, são referências de possibilidades. Nossas crenças vêm de diversas fontes: do ambiente no qual estamos inseridos, da forma como fomos educados, de nossas experiências de vida, do estudo, da observação da realidade e de acontecimentos marcantes.

A maneira como processamos nossas crenças é muito importante, pois irá definir o funcionamento das mesmas como agentes fortalecedores ou limitadores de potencial. Imagine, por exemplo, que certa vez você tenha se saído muito mal numa entrevista de emprego. Se essa situação for tratada como um fracasso simplesmente, seu sistema de crenças processará a experiência como tal. O que acontecerá, então, cada vez que você for chamado para uma entrevista? Provavelmente a sensação de fracasso surgirá antes mesmo de você começar a ser entrevistado. Você já entra em desvantagem. Mas, afinal, com é possível impedir que uma experiência malsucedida seja transformada numa crença que limitará seu poder de ação?

O primeiro passo é tratar tudo como resultado e não mais rotular em dois extremos, sendo sucesso ou fracasso. Quando um resultado diferente do esperado é tratado puramente como fracasso, a tendência é que cause imobilização diante da situação. Em contrapartida, quando é visto como uma oportunidade de aprendizado, abre caminho para novas tentativas e diferentes abordagens. Se algo não ocorreu conforme esperado, o melhor a fazer é analisar a ação aplicada, o resultado obtido e então focar na exploração de alternativas que ainda não tinham sido consideradas. Ao longo desse processo, todo ganho alimentará o sistema de crenças, que não é imutável. Com crenças fortalecedoras, as possibilidades se multiplicam.

Evitar generalizações, principalmente as negativas, é outra dica importante. Afirmações como "não me saio bem em situações nas quais estou sob pressão" ou "entrevistas de emprego são todas iguais", só fazem alimentar as crenças limitadoras. Usar a razão para confrontar esse tipo de pensamento costuma ser um exercício bastante produtivo. Tomando o primeiro exemplo, "não me saio bem em situações nas quais estou sob pressão", algumas perguntas que poderiam ser feitas:

- O que, exatamente, caracteriza uma situação na qual sinto que estou sofrendo pressão?

- Qual a real origem do meu desconforto? Ela tem fundamento?

- De que forma posso minimizar meu desconforto e me preparar melhor?

- O que é possível aprender com situações anteriores?

As pessoas bem-sucedidas não têm o privilégio de ter menos problemas que aquelas que falham em seus propósitos. O que as difere é a forma de agir diante dos resultados, a capacidade de transformar tudo em aprendizado para em seguida converter em ações. Fortalecendo suas crenças, abrem caminho para possibilidades.

"Eles podem porque pensam que podem" (Virgílio)

Melissa Lirmann

pessoas, empresas e carreiras