Dos remos à Indústria Shipping (From the oars to the Shipping Industry)

O homem, seja por uma imposição de sobrevivência, conquista e expansão de território e das atividades comerciais, viu-se compelido e desafiado a deixar a terra firme (leave the mainland) e a desbravar um espaço hostil, desconhecido, imenso e perigoso: o mar. 

Dos remos e das velas de papiro das primitivas embarcações à atual Indústria do Shipping ¹ (Shipping Industy), que movimenta 90% do comércio de mercadorias no mundo, o comércio marítimo (maritime commerce) passou por uma longa e profunda transformação. A odisseia marítima teve seu berço na Antiguidade.  Os Egípcios, privilegiados por uma condição geográfica banhada pelo vale do Rio Nilo, foram os pioneiros na arte de construir as primeiras embarcações. No entanto, a falta de terras férteis e a proximidade com o mar fizeram dos Fenícios os maiores navegantes da Antiguidade, influenciando outras civilizações, a exemplo dos vikings, gregos, árabes, romanos e os Gregos. Neste estágio rudimentar da História da Navegação Marítima, destacavam-se basicamente as atividades de pesca e do escambo.

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Com o desenvolvimento tecnológico (technological development), as atividades comerciais marítimas, corroboradas pelo fenômeno da globalização, elevaram a exploração do mar a outros patamares, a exemplo da exploração do subsolo marítimo, dos recursos naturais, vivos ou não vivos, da produção de energia a partir da água, das correntes e dos ventos (energia maremotriz e energia eólica em alto-mar ou offshore). Esse contexto deu ensejo à formação de um novo paradigma na exploração do mar: a consolidação da Indústria Internacional do Shipping (International Shipping Industry). Somem-se a isto as vantagens do modal marítimo frente a outros modais: maior volume, menor custo benefício, maior eficiência, menor custo ambiental e segurança. Ademais, para se ter uma ideia, a maioria dos produtos que usamos ou  consumimos provém do transporte marítimo. Este modal, portanto, é verdadeiro alicerce de nossa civilização². Mas, o que vem a ser a “Shipping Industry”?

A expressão “Shipping Industry” tem aspecto amplo, abrangendo elementos diversos e heterogêneos que integram um complexo conjunto: a exploração empresarial de navios (transporte de mercadorias de pessoas e armação de navios³), as atividades de extração de recursos naturais e de prospecção, perfuração e exploração de petróleo e gás (oil & gas) por offshore’s, além da indústria naval a qual compreende a construção (new building), venda e compra (sale and purchase), reparo e desmanche de navios (ship repair services and demolition). A expressão abarca, ainda, as indústrias da defesa naval, da pesca, do apoio marítimo e portuário, bem como a da prática do turismo náutico (tourism industry).

 

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Estaleiro
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Porto
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Plataforma de Petróleo
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Navio Container

 

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Cruzeiro

Sendo assim e à vista do longo mar territorial e da singular riqueza da zona econômica exclusiva do Brasil, a exemplo do pré-sal e da Amazônia Azul, a Shipping Industry ocupa posição de grande relevância no cenário mundial, exigindo, na forma da Constituição da República de 1988 (Art.174), uma política marítima estatal lastreada no exercício da fiscalização, incentivo e planejamento.

¹ Inexiste tradução literal, portanto precisa, à palavra “shipping”, uma vez que o seu significado pressupõe a compreensão dos elementos que integram o seu conjunto. O conhecimento do inglês jurídico é fundamental no âmbito do Direito Marítimo.

² Segundo o atual secretário-geral, Ban Ki-moon, em mensagem para o Dia Marítimo Mundial, “Todas as pessoas no mundo se beneficiam desse transporte, mas poucas percebem isso. Nós enviamos alimentos, tecnologia, medicamentos e memórias. Como a população mundial continua crescendo, especialmente nos países em desenvolvimento, o transporte marítimo eficiente e de baixo custo tem um papel essencial no crescimento e desenvolvimento sustentável. O transporte marítimo é a espinha dorsal do comércio e da economia global”.

 

³Armação refere-se à atividade empresarial de armar o navio, ou seja, deixá-lo em condições de navegabilidade para que seja explorado comercialmente.

 

Dr. Gustavo Raposo

Advogado, pós graduando em Direito Marítimo e estudante de Inglês Jurídico.

Mediação e Conciliação no Novo CPC!

No artigo 334 do Novo Código de Processo Civil podemos destacar a necessidade prevista pelo legislador da conciliação e/ou mediação dos conflitos antes de uma sentença definitiva. Muitas vezes o juiz considera saneado o processo apenas com base na prova documental.  

 

Erra o magistrado quando assim procedia especialmente ao julgar antecipadamente a lide e atualmente com a modificação do Código de Processo Civil. Mesmo os juristas mais renomados retiram do novo código em vigor da necessidade de pedir na petição inicial a audiência de conciliação.  

 

Nada melhor que ouvir os filhos e parentes numa audiência e colher a prova testemunhal e até mesmo, buscar a conciliação e dirimir os conflito daqueles que nem conseguem dialogar....

 

Fala-se muito em mediação atualmente, inclusive escrevendo livros sobre o assunto,  mas nem todos os juristas preocupam-se em aplicá-la em suas vidas.

 

Preferem a arrogância de se considerar certos em tudo! Nem todas as alterações do código são bem vindas mas a tentativa de conciliação e/ou mediação entre as partes, pode salvar vidas e outras benesses.

 

Há muito que se fala em economia processual e outros princípios, visando uma justiça mais célere! Que a Justiça seja feita.

 

Dra. Rosangela Gomes

Mamae SITE

 

 

Artigos Definidos e Indefinidos

 

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Assim como na língua portuguesa possuímos os artigos definidos e indefinidos, No português eles são: o, as, os, as, um, uma, uns, umas.

 

Na língua inglesa possuímos apenas três, o artigo definido é o “the” e os indefinidos “a e an”.

 

Artigo Definido

 

O artigo definido possui algumas regras:

  • Usado antes de substantivos.
  • Quando nos referimos a algo específico que já foi mencionado anteriormente.
  • Pode ser usado diante de substantivos tanto no singular como no plural.
  • Em português é traduzido por: o, a, os, as.

 

Exemplos:

The house is big. (A casa é grande.)

 

Acredita-se que o receptor da mensagem  já sabe da casa que se esta falando. Está implícito que já falaram desse assunto.

 

The girls are here. (As garotas estão aqui.)

 

Além de perceber implicitamente que já falaram desse assunto como no ultimo exemplo, a palavra "girls" está no plural e permite apenas o uso do artigo "the".

 

He is buying a smartphone. The smartphone is last generation. (Ele está comprando um celular. O celular é de ultima geração)

 

Aqui temos um exemplo mais claro sobre como funciona o uso do artigo quando o substantivo já foi citado anteriormente.

 

Outras formas de usar

 

Nomes de instrumentos musicais ou de famílias

 

I like to play the guitar. (Eu gosto de tocar violão)

The Kennedys were a big Family. (Os Kennedys foram uma grande família)

 

Numerais Ordinais

 

This is the first time I won the game. (Essa foi a primeira vez que ganhei esse jogo.)

 

Nomes  geográficos ou substantivos únicos de sua espécie

 

The Pacific. (O pacífico)

The Sun. (O sol.)

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Preciso aprender isso...

 

Artigos Indefinidos

 

Os artigos indefinidos possuem algumas regras:

  • Usados quando nos referimos a algo em geral, não específico.
  • Usados antes de substantivos no singular
  • Em português são traduzidos por um e uma.

 

O artigo indefinido “a” é usado diante de substantivos que se iniciam por um som de consoante.

 

This is a bed. (Isto é uma cama.)

That is a school. (Aquilo é uma escola.)

A good car. (Um bom carro.)

 

O artigo indefinido “an” é usado diante de substantivos que se iniciam por uma vogal ou por um som de vogal.

 

She is buying an apple. (Ela está comprando uma maçã.)

He saw an airplane on the street. (Ele viu um avião na rua.)

 

Quando não usar:

 

Os artigos indefinidos não devem ser usados quando a ideia principal se refere a substantivos incontáveis, neste caso usa-se a palavra “some”.

 

Here, we have some books. (Aqui temos alguns livros.)

 

Informações Extras:

 

O “an” não existia, ele foi incluído na gramática porque as pessoas ao falar “a enemy” por exemplo, colocavam a letra “n” no meio, entre o “a” e o “e” para facilitar na fala.

 

Resultou-se na evolução fonética do “an”. Tanto que, quando a palavra subsequente se inicia com som de ditongo, volta-se a utilização do “a”. Além disso, foneticamente, deve sempre pronunciar-se o “an” junto com o palavra subsequente. Jamais separe, a razão do “an” existir é essa ligação.

 

Fonética!

 

Quando o “the” está antes de uma palavra com som de vogal, pronuncia-se /di/. E quando o “the” está antes de uma palavra com som de consoante, pronuncia-se /dã/. O “the” não apresenta o som de /de/. Isso é um erro recorrente dos falantes brasileiros que não devemos deixar penetrar na nossa linguagem.

 

Espero que tenham gostado e que a matéria tenha acrescentado muito!

Prof. Hanna Lelis

Informações Extras: Thiago Gomes Calmon

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Sonhos ou metas de carreira?

Sonhos nos inspiram, é verdade. Não raramente, são eles os responsáveis por nos mantermos otimistas, mesmo diante das situações mais adversas. Têm o poder de nos transportar para um terreno mais amigável, povoam nossa imaginação com coisas boas, resolvem rapidamente nossas dúvidas e conflitos, colocam tudo em seu devido lugar. Não é preciso muito esforço para sonhar, apenas uma grande dose de querer e alguma criatividade.

 

Na carreira, muitos profissionais sonham com uma nova oportunidade, uma promoção, o reconhecimento por determinado feito, uma trajetória de sucesso. Embora esses sonhos tragam uma visão otimista, sempre muito bem-vinda, sozinhos não terão o poder de transformar a realidade. Ter um sonho é diferente de ter uma meta. Enquanto o sonho pode inspirar, somente a meta pode mover.  As metas assumem o terreno da realidade, das possibilidades. Metas têm tudo a ver com planejamento e execução.

 

Saber estabelecer metas de forma consistente é uma das maiores dificuldades das pessoas. Assim sendo, fica fácil descobrir o motivo de tantos desistirem logo na largada ou nos primeiros passos do caminho. Se a meta foi estabelecida sem as devidas ponderações, em bases frágeis de análise, dificilmente será sustentada. Há uma grande chance de ser substituída por outra, que provavelmente será deixada de lado no primeiro obstáculo encontrado.

 

Pensando na importância de ter e alcançar metas, muitos estudiosos desenvolveram ferramentas que ajudam empresas e pessoas nessa tarefa. Dos métodos mais comumente utilizados para a elaboração de metas de carreira, o que eu mais gosto é o SMART. O nome é um acróstico, em inglês, para: specific, measurable, attainable, relevant e time-bound ou time based. Em português, quer dizer que uma meta precisa ser: específica, mensurável, atingível, relevante e com tempo determinado (prazo). Trata-se de um passo-a-passo bastante simples, mas suficientemente criterioso.

 

Para ser eSpecífica, a meta deve ser descrita da forma mais detalhada possível. Vamos supor que você trabalhe com vendas e queira melhorar seu desempenho. Não bastaria colocar como meta “vender mais”, por exemplo. Ao adicionar detalhamento, a meta ganha corpo. Nesse caso, ela poderia ser expressa de alguma forma como “aumentar as vendas mensais do produto X em 15%”. Ao especificar uma meta, você se torna mais consciente a respeito de todos os aspectos que a envolvem, pode antecipar riscos e dificuldades e com isso planejar-se de forma a contorná-los e seguir adiante em seu plano.

 

O M, de mensurável, quer dizer que toda meta deve ter seu progresso medido. De outra forma, como saber se as ações que você está executando estão te aproximando ou afastando da meta? Ainda, como será possível saber se a meta foi alcançada, se não puder ser mensurada? Nessa fase, é importante a utilização de indicadores que possam trazer uma leitura fiel do progresso feito. Se seguirmos no exemplo do aumento das vendas mensais do produto X em 15%, o indicador poderia ser o faturamento mensal das vendas com aquele produto.

 

A, de atingível, serve para nos atentarmos ao fato de que uma meta deve ser possível. Ela pode (e deve) ser ousada, mas tem que ser possível. Ela precisa ser desafiadora, mas deve estar condizente com o seu potencial de realização. Um ponto muito importante a considerar nessa fase é o quanto a meta depende de você. Quando traçamos metas que dependem muito mais dos outros do que de nós mesmos, existe grande chance de haver desmotivação ou frustração. Se tiver que contar com terceiros para o atingimento de suas metas, tenha certeza de que existe envolvimento, comprometimento e motivação. Retornando ao nosso exemplo de vendas, imaginando que você seja o gestor de uma equipe e que os 15% de incremento no faturamento dependam da ação de todos, certifique-se de que seu time esteja ciente do desafio e que esse desafio seja suficientemente motivador para que todos vejam ganho e possam mover-se na mesma direção.

 

O R é de relevância. Serve para nos lembrar de que a meta, quando atingida, deverá ter importância. As principais perguntas a serem feitas nesse estágio são: “Ao atingir essa meta, vou ter um motivo para comemorar? ”; “O resultado do atingimento dessa meta é algo realmente importante para mim? ”. Um bom exercício é imaginar que a meta tenha sido atingida e explorar as sensações que acompanham esse pensamento. Quando a meta for relevante, você saberá.

 

Finalmente, o T de time-bound ou time-based diz respeito ao prazo estabelecido para o atingimento da meta. Toda meta deve se orientar por um prazo, do contrário não será tratada como prioridade e corre grande risco de diluir-se em meio às exigências do dia-a-dia. Para metas de médio e longo prazo, o ideal é fazer o desdobramento em submetas de curto prazo. No nosso exemplo de vendas, a meta poderia ser descrita da seguinte forma: “aumentar o faturamento mensal do produto X em 15%, em comparação com o resultado do ano anterior, até o mês de agosto”.

 

Espero que o método possa ser útil e que você possa testá-lo na prática. Mais que isso, espero que encontre suas metas, que elas sejam grandiosas como seus sonhos, que te desafiem e sejam SMART o suficiente para mover você!

 

Melissa Lirmann

Coach de Carreira

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Que horas são? – Time Expressions!

Em inglês existem duas siglas para facilitar as horas, são elas am e pm, são utilizadas para identificar em que período do dia estamos, am e pm vêm do latim:

  • am – Antes do meio-dia (ante meridiem)
  • pm – Depois do meio-dia, até meia-noite (post meridien)

Mais pra frente veremos ver como podemos usa-las.

 

O primeiro passo é saber como perguntar, temos duas formas:

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  • What time is it?
  • Do you have the time?

Ambas significam basicamente: “Que horas são?”

 

Pode-se responder:

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  • It’s eight fourty-five.
  • São 8h45.
  • It’s seven fifteen.
  • São 7h15

 

É possível também falar de uma forma mais simples, apenas o número das horas e dos minutos:

 

  • Seven twenty – 7h20
  • Nine fifteen – 9h15
  • Two thirty-five – 2h35

 

Referindo-se a horas inteiras usamos o termo: “o’clock”

(Seria uma abreviação de “o relógio”.)

 

  • It’s eight. Ou It’s eight o’clock.
  • São 8h (em ponto)
  • It’s eleven. Ou It’s eleven o’clock.
  • São 11h (em ponto)

 

Para 12h e 24h podemos usar respectivamente:

 

  • It’s midday ou It’s noon – É meio-dia (12h)
  • It’s midnight – É meia-noite (24h ou 00h)

 

Expressando os minutos que faltam para a hora usamos o: “to” (para)

 

  • 4h55
  • Five to five – Cinco para as cinco.
  • 3h50
  • Ten to four – Dez para as quatro.

 

É possivel também usar os termos “after” ou “past” para indicar os minutos que se passaram após a hora dita.

 

  • 6h5
  • Five after six / Five past six – Cinco depois das seis.
  • Five minutes past six - Cinco minutos depois das seis.
  • 9h10
  • Ten after nine / Ten past nine – Dez depois das nove.
  • Ten minutes past nine – Dez minutos depois das nove.

 

Ao indicar meia hora usamos: “half” (meia) + “past”.

 

  • 2h30
  • Half past two – Duas horas e meia.
  • 16h30
  • Half past sixteen – Quatro horas e meia.

 

Para 15 minutos é usado: “a quarter” (um quarto de hora)

 

  • 15h15
  • A quarter after three / A quarter past three – Um quarto de hora depois das três.
  • 19h45
  • A quarter to eight – Um quarto de hora para as sete

 

Usando “am” e “pm”

 

  • 17h - Five pm.
  • 9h25 - Nine twenty-five am.
  • 15h15 – A quarter after three pm.
  • 2h30 – Half past two am.

 

Autora: Professora Hanna Lelis

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Vantagens e Desvantagens (de estudar no exterior)

Aos 16 anos tive uma oportunidade de viajar para os EUA, a princípio apenas uma viagem de escola, mas que todos diziam que seria uma grande chance para que de alguma forma eu aprimorasse o meu inglês.

 

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Todo tempo estive com um grupo de jovens brasileiros e quando estávamos juntos as conversas eram sempre em português. Praticar o inglês em si era raro, tínhamos apenas os momentos em que era preciso conversar com alguém para comprar algo (salvo que muitos estabelecimentos tinham brasileiros atendendo, nós brasileiros estamos em todo lugar).

 

Pude passar alguns dias em uma Boarding School, que é basicamente um Internato, os alunos moram e estudam no campus e têm todas as suas atividades sendo feitas no mesmo local. Alimentação, esportes e o convívio social com pessoas de diversos estados e países diferentes.

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Hanna Lelis in the US.

 

Nessa escola, meu aprendizado foi maior, pois havia o contato com falantes nativos do inglês, que conversando comigo podiam me corrigir e me ajudar. As aulas que pude estar assistindo, me trouxeram um contato maior com a língua. Mas quais seriam então as desvantagens?

 

Atualmente, tenho conversado com muitas pessoas que vão e vem de intercâmbios e experiências no exterior e a partir de relatos, então, pude perceber qual é o segredo para que sua experiência seja extremamente  proveitosa!

 

Fazer uma viagem em grupo, com muitos brasileiros é realmente algo gostoso e que trará boas lembranças depois, mas se o seu foco é melhorar o seu inglês ou aprender, de nada adiantará, uma experiência em grupo não vai tornar mais completo o seu aprendizado. Você não estará conversando apenas em inglês, pensando apenas em inglês e tendo que resolver todos os seus problemas em inglês! E é esse desafio que traria o aprendizado, é não ter opção além de aprender, porque só pelo esforço que você irá conseguir adquirir, não só o inglês, mas qualquer outra língua que esteja decidido a aprender.

 

Note que ao contrário das pessoas que querem viajar em grupo, eu pude conversar com pessoas que decidiram fazer uma viagem para um lugar onde poucos brasileiros costumam a ir, e foram sozinhos, evitando ao máximo a proximidade com falantes do português.

 

A diferença de um grupo para o outro foi gritante em minha análise, tanto na experiência quanto na dificuldade em si, como principalmente no aprendizado da segunda língua, o qual foi muito maior e completo para aqueles que se dispuseram a aceitar o desafio de uma experiência individual.

 

Antes de tudo você deve avaliar os seus objetivos e oportunidades para esse aprendizado no exterior, mas lembrando que qualquer experiência trás uma bagagem enorme pro resto da vida, deve-se então saber qual é o nível de dificuldade que queres.

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Prof. Hanna Lelis

 

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