Possessive Adjectives and Possessive Pronouns

Os possessive adjectives (adjetivos possessivos) também são conhecidos como possessive determiners (determinantes possessivos).

São usados para indicar que algo pertence a alguém. Possuem as seguintes formas:

 

Pessoas Possessive

Adjectives

Significado em português
1ª pessoa do singular My Meu, minha, meus, minhas
2ª pessoa do singular Your Teu, tua, teus, tuas
3ª pessoa do singular His, her, its Seu, sua, seus, suas
1ª pessoa do plural Our Nosso, nossa, nossos, nossas
2ª pessoa do plural Your Vosso, vossa, vossos, vossas
3ª pessoa do plural Their Seu, sua, seus, suas

 

São utilizados sempre antes do substantivo ou do adjetivo. Exemplos: This is my shirt. His old house is white. Our country is beautiful.

Os possessive pronouns (pronomes possessivos) também atribuem a posse de alguma coisa às pessoas do discurso.  São os seguintes:

 

Pessoas Possessive

Pronouns

Significado em português
1ª pessoa do singular Mine Meu, minha, meus, minhas
2ª pessoa do singular Yours Teu, tua, teus, tuas
3ª pessoa do singular His, hers, its Seu, sua, seus, suas
1ª pessoa do plural Ours Nosso, nossa, nossos, nossas
2ª pessoa do plural Yours Vosso, vossa, vossos, vossas
3ª pessoa do plural Theirs Seu, sua, seus, suas

 

Nunca são usados antes do substantivo. Exemplos: The book is mine. This computer is hers. Is the car yours?

Também são utilizados para substituir o adjetivo possessivo mais o substantivo, desde que este seja evidente ou já tenha sido mencionado. Exemplo: Mr. Fernando said, “Your cell phone is on the table.” Mr. Thiago Calmon replied, “Thank you, it is mine.”

Quanto ao pronome possessivo “its”, este é frequentemente utilizado complementado por “own”. Exemplo: The dog bit its own tail.

 

CARTER, Ronald, MAcCARTHY, Michael. Cambridge Grammar of English. Cambridge: United Kington, 2006.

CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 46. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2005.

http://www.grammarnet.com. Acesso em 23-10-2016.

 

Fernando Carboni

Juiz de Direito em Braço do Norte / SC

Tradução Jurídica

Nos dias de hoje, com o grande crescimento de acordos e contratos internacionais, as empresas cada vez mais necessitam de tradutores para vários idiomas.

A tradução pode ser feita por qualquer pessoa, não é necessária a habilitação profissional para fazer traduções, apenas se houver a necessidade de ser uma tradução juramentada. Por este motivo, qualquer pessoa que julgue ter o conhecimento necessário da língua, pode traduzir um documento, e ao mesmo tempo em que isto é ótimo, pode ser muito perigoso.

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A tradução pode estar sendo feita por aqui...

A tradução se não for feita com cuidado, pode tornar-se um desastre e mudar completamente o sentido do texto original. Por isso é tão importante que seja feita por uma pessoa que, além de dominar o idioma, deve ter conhecimento sobre o assunto que está traduzindo.

Na tradução jurídica, é de vital importância que os termos jurídicos sejam uniformes, uma vez que uma palavra pode ter vários significados e, se utilizada erroneamente em um contrato ou em uma petição, pode mudar todo o curso de um acordo entre partes ou uma sentença.

Por exemplo, no inglês não se pode traduzir “will” como “ir, ter”; uma vez que a tradução é de um texto jurídico, deve-se perceber o contexto e saber que o termo “will” no mundo jurídico significa “testamento”, entre outros exemplos.

Para que a tradução jurídica seja impecável, ela deve ser feita por uma pessoa especializada, que tenha conhecimento dos termos que são efetivamente utilizados no país e idioma da tradução, e preferencialmente que tenha vivência no exterior, o que não chega a ser uma regra, mas é um fator importante e de grande ajuda para tornar o trabalho irretocável. 

 

O trabalho do tradutor é chegar o mais perto possível do texto original, tentar ao máximo traduzir o sentimento do texto; o trabalho do tradutor jurídico é não prejudicar alguém por uma tradução feita sem cuidado e sem conhecimento.

 

A Tradução é uma arte e deve ser feita por pessoas que tenham talento e amor pelo trabalho!

Juliana Luna

Tradutora Jurídica

Juliana Luna

23/10/2016

A ILEGALIDADE DA ESTIPULAÇÃO DE VALOR MÍNIMO PARA UTILIZAÇÃO DE CARTÃO DE CRÉDITO!

 

Não é difícil se deparar, em nosso cotidiano, com situações que nos sentimos violados em nossos direitos, principalmente enquanto consumidores. É do conhecimento da maioria que existem estabelecimentos comerciais que estipulam um valor mínimo de consumo para se tenha a possibilidade de pagar com o cartão de crédito. Prática esta considerada ilegal!

 

A Lei 8.078/1990, conhecida como Código de Defesa do Consumidor é bem clara quanto à vedação de algumas práticas que os fornecedores devem se atentar. No art. 39 deste Código, estão descritas as práticas abusivas, e neste caso, à luz dos incisos I e V, é que se pode constatar este fato, visto que é considerada abusiva a cobrança do consumidor de vantagem manifestamente excessiva, bem como, condicionar o fornecimento de produto ou de serviço, sem uma razão justa, a limites quantitativos.

 

Não obstante, também com arrimo no dispositivo legal mencionado, verifica-se que atribuir preços diferenciados em virtude da forma de pagamento, seja em cartão de crédito ou em dinheiro, para o mesmo produto, serviço e quantidade é ilegal, isto conforme decidiu os ministros do Superior Tribunal de Justiça-STJ.

 

Cumpre esclarecer que o dinheiro sempre foi e é considerado como regra para o pagamento dos serviços ou produtos adquiridos, todavia, com a atual facilidade de obtenção de crédito que operadoras de cartões de crédito, financeira e bancos oferecem aos seus clientes, esta realidade vem mudando. Nos grandes centros, pode-se dizer que a regra já é utilizar o cartão de crédito/débito.

 

Destaca-se que, a partir do momento que o fornecedor ou prestador de serviços oferece outras modalidades de pagamento, como por exemplo, cartões de crédito e de débito, boletos bancários, cheques, etc, o mesmo se submete a impossibilidade de descriminação dos meios. Deste modo, é vedado ao lojista estipular um valor mínimo de consumo/aquisição para que seja permitido o pagamento com cartões, ou, ainda, um valor maior em virtude disso.

 

Tal prática é vedada, uma vez que, como já dito acima, existe a proibição de exigir do consumidor ou tomador de serviço uma vantagem manifestamente excessiva. Em decorrência da estipulação do valor mínimo, obriga-se o consumidor que deseja pagar com cartão a comprar outro produto, o que acarreta um aumento do lucro do fornecedor.

 

Como todo e qualquer empreendimento, quem deve arcar com os riscos do mesmo e as despesas, são os proprietários/sócios, não os consumidores. Infelizmente o que se constata é outra realidade, e, por desconhecimento dos direitos que o consumidor possui, continuamos sendo vítimas dessas práticas.

 

Caso você tenha passado ou venha passar por esta situação, você deve exigir o cumprimento de seus direitos, uma vez que estes foram ou estão sendo negligenciados. Você deve exigir que o fornecedor de produtos ou serviços aceite o cartão não importando o valor, e, nem que seja estipulado valor diferenciado ao do pagamento em dinheiro. Caso o mesmo não aceite, busque a efetivação de seus direitos.

 

Importante lembrar, que existem para auxílio dos consumidores, órgãos de proteção dos direitos dos consumidores, os Procons, o qual você pode e deve procurar para denunciar tal prática, afim de que seja tomada a medida que melhor for cabível.

 

ISRAEL MATOS DE SOUZA LIMA

Advogado na OAB/MG

Professor de Inglês/Inglês Jurídico

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